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Valmir Gomes

DIEGO MELLO UM VENCEDOR

O Leão da Estradinha foi buscar dois vencedores para comandar o time no campeonato Estadual deste ano

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DIEGO MELLO UM VENCEDOR

O Leão da Estradinha foi buscar dois vencedores para comandar o time no campeonato Estadual deste ano, como técnico Norberto Lemos famoso como atleta e treinador de várias conquistas. Na preparação física, o experiente Diego Mello, um vencedor por onde passou, inclusive no próprio futebol paranaense, em que fez campanha vitoriosa com o Azuriz de Pato Branco, meses atrás. Diego com sua capacidade e experiência promete, ao lado do Norberto, preparar o grupo de atletas do Rio Branco na busca dos objetivos da atual diretoria. Desejo boa sorte ao Diego Mello e seus auxiliares, força, Rio Branco!

OS JOGOS DA SÉRIE A

Em crise apesar da boa colocação, o São Paulo recebe a visita do Coritiba na ZR da competição no sábado, às 21 horas. Jogo de reabilitação para os paulistas e de muita esperança para os paranaenses. Os coxas, sob nova direção, melhoraram um pouco seu rendimento, porém estão longe do ideal. Dias cinzas se aproximam. Quanto ao Athletico, joga domingo contra o Flamengo na Arena. Normalmente, o time da casa faz bons jogos contra os urubus, inclusive com vitórias. Pelo histórico entre as duas equipes, o time do Paulo Autuori redobra a esperança de um bom resultado. Sei não!

VACINA E DE GAULLE

O editorial dea Folha do Litoral dias desses fez um alerta sobre a vacina contra a Covid-19 e seus efeitos, sejam na área da saúde ou no lado psicológico da questão. Falava da priorização aos idosos, como um ato de fraternidade e respeito. Enfim, uma valorização à informação, à ciência e ao próximo. Pois bem, na contramão da história, aparecem os “fura-filas” da vacina. Jovens e parentes de gente importante estão sendo vacinados. Enquanto os funcionários da saúde e muitos idosos terão que esperar por outra carga do referido imunizante. Olha, gente, o De Gaulle tinha razão: “O Brasil não é um país sério”.

RESPEITO AO ABEL BRAGA

Conheço Abel desde os tempos bíblicos, depois no futebol travei amizade com Abel Braga, o técnico. Vencedor mais como técnico do que como atleta, tem um curriculum que dispensa comentários. Pois bem, muita gente da imprensa esportiva dada aos modismos da época, resolveram criticar os antigos treinadores, inibindo muitos de trabalharem, em benefício dos Reis dos cursos da CBF e afins. O momento do Abel no Internacional, desfaz esta injustiça dos jovens comentaristas de futebol, com os experientes profissionais. Tem gente que nunca deu um chute em uma bola, e se mete a dono da verdade, com um microfone na mão. Respeito é mercadoria de troca, diz o meu amigo e colega, Sidnei Campos. Respeitem o Abel e nossos decanos do futebol.

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