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A importância da representatividade feminina

Para falarmos de representatividade, precisamos começar pela compreensão do que são minorias

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Para falarmos de representatividade, precisamos começar pela compreensão do que são minorias e que isso não tem a ver com quantidade, mas com a representação nos espaços de poder, seja na política ou em qualquer ambiente.

Não é novidade que as mulheres estão sub representadas em espaços de poder. Para mudar, é preciso que a sociedade inteira se movimente para entender que precisamos aproveitar todo o potencial que existe no mundo. E isso significa incluir as mulheres em todas as esferas.

Falar em representatividade feminina é falar na defesa de uma sociedade mais igualitária, na busca pela garantia de direitos e na criação de modelos femininos diversificados que possam servir de inspiração para outras meninas e mulheres.

É por essa desigualdade ainda latente, fruto de um passado que deixou marcas na atualidade – em que a mulher era vista apenas para a reprodução e como um complemento do homem –, que surge a necessidade de lutar pelos direitos femininos.

A representatividade é um direito e busca por reconhecimento e reparação de discriminações históricas. Por exemplo, ao termos uma mulher no cargo de vereadora, deputada ou até mesmo na presidência de um país, cria-se no imaginário das mulheres e das meninas que outras também poderão chegar lá. Mulheres de todo o país estão se organizando para promover uma política mais igualitária e dar nome àquelas que estão se colocando na frente da luta.  O caminho para uma representatividade efetiva das mulheres no cenário político é longo, mas cada passo importa. Divulgar a importância das mulheres no poder, dar força às iniciativas e candidatas da sua região e inspirar outras meninas a lutar por seus direitos são algumas das atitudes que podem fazer a diferença!