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Valmir Gomes

Hino da Vitória

Apesar da Seleção Brasileira andar jogando abaixo do esperado, a fragilidade paraguaia não nos assustava

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Apesar da Seleção Brasileira andar jogando abaixo do esperado, a fragilidade paraguaia não nos assustava. Era questão apenas de cumprir tabela contra o penúltimo colocado nas eliminatórias. Daí vem o protocolo de antes da partida, os hinos do Paraguai e do Brasil. No hino paraguaio, seus atletas cantam com fervor. Na hora do nosso hino, as arquibancadas do Mineirão estremecem com a voz uníssona da torcida. Um raro e feliz momento de carinho com a pátria e a seleção. Aquele coro das mineiras e mineiros foi o hino da vitória, antes mesmo da bola rolar. O jogo foi unilateral, ao natural chegamos à goleada de 4×0 sem fazer muita força. No Brasil os meias Paquetá e Felipe Coutinho e o atacante Raphinha foram os destaques.

A MORTE DO VASCAÍNO

Fiquei sabendo pelo noticiário de jornal e Internet, que o congolês Moisés Kabagombe, de apenas 24 anos, foi espancado até a morte, por cobrar pelos serviços prestados ao quiosque Tropicália na Barra da Tijuca no Rio de Janeiro. A família do Moisés saiu do seu país Kongo anos atrás, fugindo da violência e da pobreza. Veio para o Rio de Janeiro em busca de trabalho e paz. Até que Moisés morreu por causa da mesma violência que sua família fugiu. Como disse Caetano em uma das suas músicas, o Haiti é aqui. O vascaíno Moisés é mais uma vítima da sociedade violenta em qualquer pátria.

GOLAÇO DO PETRAGLIA

Podem falar o que quiserem, podem até chamar o presidente de ditador, como eu já chamei, porém, o homem é craque no que faz. Vejam a última notícia vindo da Europa, o Athletico vai receber uma bolada de dinheiro, pela venda bem-sucedida do seu ex-atleta Bruno Guimarães do Lyon da França para o Newcastle da Inglaterra. Negócio muito bem feito pelo Petraglia, tempos atrás. Assim caminha a humanidade rubro-negra. De quebra contrata o meia Marlos e o atacante Pablo, reforços para as jornadas deste ano. Mais um golaço do Petraglia.

OUVIDOS EDUCADOS

Minha gente, se antes da pandemia eu já não discutia política com meus amigos nos botecos da vida, e muito menos com meus queridos leitores e ouvintes, imaginem neste momento. Os nervos estão à flor da pele, por causa de todos os problemas causados pela Covid-19 e futuras eleições. Ouvir e meditar é uma saída. Pois bem, ontem li na Veja uma frase do procurador Geral da República Augusto Aras, que me fez muito bem. Disse ele, se referindo às nossas instituições. “Precisamos educar nossos ouvidos á diferenças de opinião.” Foi curto e grosso, porém profundo. O Tite por exemplo, não me convence com suas respostas enigmáticas nas entrevistas coletivas, porém respeito o profissional e sua campanha nas eliminatórias. Ouvidos educados!

OS BONS DE BOLA

O empate do CAP contra o São José me causou surpresa agradável, quem viu o jogo gostou do time da terra dos aviões, principalmente do parnanguara Gabriel Honório, escolhido o craque do jogo. Enquanto isto o meia Marcelo do Operário cada dia joga mais, tem regularidade nas atuações e bola no corpo. No Rio Branco Lucas Sena vem fazendo a diferença do meio para frente, lá atrás Alex Fraga e Duda mostram segurança defensiva. Volto ao assunto.

COXA X LEÃO

Espero que o Rio Branco tenha uma atuação linear entre seus compartimentos, pois não é fácil enfrentar os coxas no Couto Pereira. Vou assistir o jogo com meu amigo Paulinho Alves e prometo contar detalhes na próxima coluna. Sorte, Leão.

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