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Paraná Produtivo

No lucro

A Sanepar registrou um crescimento de 22,3% no lucro líquido do segundo trimestre de 2020.

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A Sanepar registrou um crescimento de 22,3% no lucro líquido do segundo trimestre de 2020. De acordo com os dados divulgados pela companhia na última sexta-feira, 7, o montante passou de R$ 232,6 milhões no mesmo período do ano passado para R$ 284,4 milhões. Segundo a empresa, o resultado foi impactado principalmente pelo avanço da receita líquida, que subiu 4,6% e atingiu R$ 1,1 bilhão, e pela redução de 1,7% dos custos e das despesas operacionais. O Ebitda, que representa o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, avançou 17,4% e totalizou R$ 472,1 milhões. O volume medido de água tratada ficou próximo dos níveis registrados no ano passado, em 122 milhões de m³. O volume faturado foi de 128,1 milhões de m³. O faturamento de esgoto em volume foi de 96,8 milhões de m³, alta de 0,8% no comparativo anual.


JSL compra Transmoreno

A JSL fechou na última sexta-feira, 7, contrato para a aquisição da paranaense Moreno Holding, dona da Transmoreno Transporte e Logística, por R$ 310 milhões, dentro de sua estratégia de crescimento e diversificação de serviços logísticos no país. Do valor pago, que será ajustado na data de fechamento da transação, R$ 100 milhões serão pagos em dinheiro no fechamento da transação e o restante em parcelas semestrais ao longo de 5 anos. O acordo prevê que vendedores receberão um prêmio de R$ 10 milhões em 2025 caso determinadas condições sejam atingidas até o final de 2024. A Transmoreno Transporte e Logística foi fundada em 1978 em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba.

Semestre da Capal

A Capal apresentou um desempenho financeiro acima do esperado, mesmo com a pandemia da Covid-19 e toda a mudança em relação ao distanciamento social e cuidados redobrados para preservação da saúde. No período, houve crescimento de 40% no faturamento em comparação ao primeiro semestre de 2019. De acordo com o presidente-executivo da Capal, Adilson Fuga, o aumento está bem acima do que se tinha planejado. “Nós tivemos um desempenho fantástico. A cooperativa conseguiu ultrapassar todas as metas definidas para o primeiro semestre”, destacou. Esse período em que a pandemia assola o mundo fez com que alguns produtos do agronegócio tivessem uma valorização, o que favoreceu a comercialização em segmentos onde os associados da Capal investem, como grãos. Essas commodities apresentaram alta nos preços, o que auxiliou a cooperativa a aumentar o seu faturamento.


Integrada em Floraí

Com o objetivo de criar valor e atender os cooperados e produtores rurais da região de Floraí, noroeste do Paraná, e em convergência com o seu projeto de expansão, a Integrada abre a sua segunda unidade de recebimento no município. Com um investimento de R$ 13,5 milhões, a nova unidade é uma das mais modernas já construídas pela cooperativa. Com uma capacidade estática de 13.500 toneladas, a UR Floraí II conta com duas linhas de recebimento de 120 toneladas/hora (t/hora), um tombador de recebimento para carreta bitrem, um secador de 125 t/hora, entre outras tecnologias embarcadas que tem como foco melhorar ainda mais os serviços prestados pela cooperativa.


Crédito positivo

O Tesouro Nacional manteve o Paraná no rol dos estados com selo de “bom pagador”, apesar das dificuldades de arrecadação impostas pela pandemia de covid-19. Nota Técnica da Coordenação-Geral de Relações e Análise Financeira dos Estados e Municípios (Corem/STN), enviada na última sexta-feira, 7, à Secretaria de Estado da Fazenda, traz a análise da capacidade de pagamento (Capag) paranaense, que segue com nota B – numa escala de A a D. Desta forma, o Paraná pode continuar a contrair empréstimos com a garantia da União, possibilitando, assim, a contratação de taxas de juros mais vantajosas no mercado. A metodologia é pautada em três indicadores: endividamento, poupança corrente e índice de liquidez, e o Paraná manteve sua nota em todos os cenários projetados – em liquidez, recebendo “A”.


Soja no Paraná

O indicador Cepea/Esalq com base nos preços de cinco praças do Paraná renovou o recorde histórico pelo segundo dia consecutivo e está cotado a R$ 118,22 por saca, acumulando uma alta expressiva de 6,05% na primeira semana de agosto. O indicador da soja Esalq/BM&FBovespa – Paranaguá encerrou uma sequência de seis altas seguidas e teve um recuo, cotado a R$ 123,20, porém, com uma alta semanal de 3,43%. A Agrifatto Consultoria registrou preços um pouco diferentes no Porto de Paranaguá e já observa cotações superando os R$ 125 por saca. No exterior, o mercado se prepara para a divulgação do relatório mensal de oferta e demanda que o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) fará na quarta-feira, 12.


Exportações de ovos

Os embarques de ovos para consumo in natura recuaram novamente em julho, somando dois meses consecutivos de queda. De acordo com dados da Secex, o setor exportou 68,1 toneladas em julho, a segunda menor quantidade deste ano, atrás somente da de março, quando foram exportadas 63,3 toneladas do produto. Considerando-se apenas os meses de julho, trata-se do volume mais baixo desde 2006. De junho a julho, o recuo nos embarques foi de 41,2% e, na comparação com julho de 2019, de expressivos 74,1%. O forte recuo está atrelado principalmente à diminuição dos embarques aos Emirados Árabes Unidos, o principal destino das vendas de ovo brasileiro. De janeiro a julho, os embarques ao país árabe totalizaram 709 toneladas, significativa queda de 78,5% frente ao mesmo período de 2019.


Produção de veículos

A produção de veículos no país caiu 36,2% em julho na comparação com o mesmo mês de 2019, ao passar de 267 mil unidades para 170,3 mil. Na comparação com junho, quando foram produzidos 98,4 mil, houve aumento de 73%. No acumulado do ano, a produção de novos veículos registrou queda de 48,3%, com 899,6 mil unidades ante as 1.741,3 mil do mesmo período do ano anterior. De acordo com o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luis Carlos Moraes, que divulgou os dados na última sexta-feira, 7, a produção das fábricas que estavam paradas devido à pandemia de covid-19 foi retomada no mês de julho e praticamente todas as montadoras voltaram a produzir, mesmo que em um ritmo diferente.


Hotéis seguem fechados

Cerca de 25% dos hotéis brasileiros continuam fechados por causa da pandemia, de acordo com levantamento do Fórum dos Operadores Hoteleiros do Brasil (Fohb). A pesquisa sinaliza para uma retomada da atividade do setor, já que no final de junho 51% dos hotéis estavam fechados. A pesquisa mostra também que entre os hotéis com as operações suspensas, 41,67% pretendem reabrir as portas ainda em agosto e 37,8% até o final de setembro. Outros 4,8% citaram outubro, 0,7% novembro, 0,3% dezembro e 14,8% seguem sem previsão e retomada. O levantamento mapeia 868 hotéis de 64 redes, em 207 cidades e 26 estados, que reúnem, juntos, uma disponibilidade de mais de 140 mil quartos no país.


Exportação de carne

Em um ano com uma produção de carne em “franco declínio”, a exportação de carne bovina do Uruguai em julho “surpreendeu em termos dos volumes comercializados”, afirmou Rafael Tardáguila, diretor da Consultoria Tardáguila Agromercados. Os volumes enviados aos mercados atingiram 25,5 mil toneladas, “esse nível de carne nunca havia sido exportado no sétimo mês do ano”. No entanto, são números levemente inferiores aos números de junho. Tardáguila disse que o país vinha com um fluxo comercial reduzido, mas em julho a venda pode ser melhor transmitida. “O mercado não mostra sinais de recuperação, a incerteza permanece, mas a carne pode ser colocada e os exportadores não especulam com eventuais aumentos de preços, mas vendem seus estoques”, disse ele.

Coluna publicada simultaneamente em 20 jornais e portais associados. 

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