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Paraná Produtivo

Nissei pede registro

O grupo Nissei pediu registro para realizar uma oferta pública inicial de ações

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O grupo Nissei, que se apresenta como maior rede de farmácias do Estado, pediu registro para realizar uma oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês). A companhia, que afirma deter cerca de 20% do mercado paranaense de drogarias, afirmou ter contratado Safra, BTG Pactual, Bank of America e Itaú BBA para coordenar a operação. Parte das ações oferecidas na transação são do dono do negócio, o empresário Sérgio Maeoka. A empresa também emitirá novas ações, cujos recursos a Nissei informou que usará para crescimento orgânico, aquisições de rivais menores, resgatar debêntures e otimizar a estrutura de capital. Segundo o prospecto preliminar da operação, a Nissei tem suas cerca de 300 lojas distribuídas em 76 cidades, em Santa Catarina, São Paulo, além do próprio Paraná.


Safra de verão

Na primeira avaliação da safra de verão 2020/21, que começa a ser plantada em todo o Paraná, o Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e Abastecimento, estima um volume de 24,3 milhões de toneladas de grãos, numa área de seis milhões de hectares, a maior ocupada até agora no Estado. São 65 mil hectares a mais do que a safra anterior, que serão basicamente ocupados pela soja. Segundo o Deral, cerca de 98% da produção estimada será soja e milho, com predomínio da soja, cujo desempenho está difícil de ser superado. A saca de soja está sendo negociada por um valor superior a R$ 100,00, o que faz os produtores optarem pelo grão. A estimativa de produção da safra de verão é um pouco menor, em torno de 2%, na comparação com a safra anterior que totalizou 24,7 milhões de toneladas no mesmo período.



Transporte intermunicipal

O sistema de transporte intermunicipal comercial de passageiros, administrado pelo Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR), chegou a registrar uma queda de 90% no número de passageiros devido à pandemia de Covid-19. O movimento nos ônibus começou a cair ainda em março, quando tiveram início as medidas de prevenção e distanciamento social. O transporte metropolitano caiu 30%, enquanto o transporte rodoviário chegou a uma redução de 38%. No mês seguinte os ônibus metropolitanos perderam 80% dos passageiros, e as linhas rodoviárias chegaram a uma redução de 90%. De 3.820.190 passageiros transportados em abril de 2019, o mês de abril deste ano registrou o transporte de somente 641.060 pessoas, uma redução de mais de três milhões de passagens comercializadas.



Bares e restaurantes

Levantamento elaborado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) mostra que 6,7% dos donos de bares e restaurantes decidiram encerrar o negócio permanentemente por causa da crise causada pela pandemia da covid-19. A pesquisa, divulgada na última sexta-feira, 28, foi feita pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) e pelo Sebrae. Foram entrevistados 1.191 empresários de bares, restaurantes, cafeterias, lanchonetes, padarias, pizzarias e sorveterias dos 26 estados e do Distrito Federal. Entre as pessoas ouvidas, 39% são microempreendedores Individuais (MEI); 58%, micro e pequenos empresários; e 3%, donos de médias ou grandes empresas. De acordo com o levantamento, 92% das empresas do setor tiveram queda no faturamento.


Alta em julho

O Indicador da Serasa Experian que mede a atividade do comércio teve alta de 5,2% em junho, na comparação com maio deste ano, e registrou o terceiro crescimento mensal consecutivo, feitos os devidos ajustes sazonais. Em maio, o crescimento foi de 10,3%. A expansão foi verificada na maioria dos setores analisados, com destaque para os segmentos de Tecidos, Vestuários, Calçados e Acessórios (16%) e Supermercados, Hipermercados, Alimentos e Bebidas Móveis (4,6%) que tiveram as maiores altas na relação mensal. Os setores de Combustíveis e Lubrificantes e Materiais de Construção registraram queda de 1,6% e 0,7%, respectivamente.



Retração da economia

A previsão do mercado financeiro para a queda da economia brasileira este ano foi ajustada de 5,46% para 5,28%. A estimativa de recuo do Produto Interno Bruto (PIB) está no boletim Focus, publicação divulgada todas as semanas pelo Banco Central (BC), com a projeção para os principais indicadores econômicos. Para o próximo ano, a expectativa é de crescimento de 3,50%, a mesma previsão das últimas 14 semanas. Em 2022 e 2023, o mercado financeiro continua a projetar expansão de 2,50% do PIB. As instituições financeiras consultadas pelo BC ajustaram a projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo em 1,71% para 1,77%, neste ano. Para 2021, a estimativa de inflação permanece em 3%, há 11 semanas consecutivas. A previsão para 2022 e 2023 também não teve alteração: 3,50% e 3,25%, respectivamente. A projeção para 2020 está abaixo do piso da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC.

Ração cara

A disparada de preços dos grãos usados na ração animal encolheu a margem de lucro da avicultura brasileira. No curto prazo, a situação é mais delicada para as granjas dedicadas à produção de ovos, que passaram a trabalhar no vermelho. As agroindústrias de carne de frango ainda tentam se escorar no câmbio favorável às exportações para equilibrar as contas, mas a fraca demanda do Oriente Médio e a resistência em ajustar a oferta de aves no campo tornam o cenário nebuloso. “Tudo caminha para ficar mais apertado do que imaginávamos”, afirmou César Castro Alves, analista da consultoria de agronegócios do Itaú BBA. Pelos cálculos do banco, a margem bruta da criação de frangos piorou em agosto, e está 4% negativa.


Dívida bruta

A dívida bruta brasileira, considerada a principal medida da saúde fiscal do país, subiu 10,7 pontos no ano até julho, ao patamar recorde de 86,5% do Produto Interno Bruto (PIB), informou o Banco Central na última segunda-feira, 31. A trajetória tem sido guiada pelo aumento explosivo dos gastos no enfrentamento à crise com o coronavírus. Mas outros fatores também têm pesado na conta. Segundo o BC, as emissões líquidas de dívida responderam por 5,9 pontos do crescimento da dívida bruta no ano até aqui. A incorporação de juros nominais, por sua vez, foi responsável por elevação de 2,6 pontos, seguida pela desvalorização cambial acumulada (+1,4 ponto) e o efeito da variação do PIB nominal (+0,8 ponto). Para 2020, a projeção mais recente do Ministério da Economia era de dívida bruta de 94,7% do PIB, considerando a expectativa de contração da economia de 4,7%.


Carne de frango

Os preços das carnes bovina e suína em agosto subiram mais que os da carne de frango, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). “A diferença entre as cotações médias das carcaças suína e bovina frente ao frango inteiro abatido nunca esteve tão ampla, de acordo com a série histórica do Cepea, iniciada em 2004. Esse momento de competitividade da carne de frango tem elevado a liquidez dessa proteína.”, disse o centro em nota. No atacado da Grande São Paulo, o valor médio do frango inteiro resfriado até o último dia 26 é R$ 10,43 por quilo menor que o da carcaça casada bovina, com aumento de 7,1% frente à diferença observada em julho e de 67,3% em relação à de agosto de 2019, em termos reais. Na comparação com a carcaça especial suína, a diferença deste mês está em R$ 5,34 o kg, ampliando em 41,2% frente à observada em julho e mais que o dobro acima da diferença em agosto de 2019.



Coluna publicada simultaneamente em 20 jornais e portais associados. Saiba mais em www.adipr.com.br.