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Empresa afirma que rodízio de água se mantém em Paranaguá

A previsão é de dias quentes sem chuva ainda nesta semana

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A Paranaguá Saneamento, empresa responsável pelo gerenciamento e operação dos sistemas de abastecimento de água e de esgoto no município, declarou que o rodízio de água se mantém. A medida foi implantada por três dias (26, 27 e 28 de setembro) devido à estiagem. As chuvas que ocorreram na noite de domingo, 27, e na segunda-feira, 28, contribuíram para que a cidade pudesse ser abastecida, mas a situação não é permanente.

Em nota, a empresa explicou que o rodízio se mantém. “Excepcionalmente, em dias chuvosos ou subsequentes aos mesmos, como segunda-feira, é possível o abastecimento em toda a cidade”, ressaltou a Paranaguá Saneamento.

O nível do manancial subiu dos 0,65 metros de profundidade, quando o rodízio foi decretado, para 1,95 metros. O mesmo é monitorado 24 horas por dia, pois a previsão é de dias quentes sem chuva ainda nesta semana.

“Pede-se a compreensão da população e que use com consciência a água, neste momento em que a cidade passa por estiagem”, destacou, em nota, a empresa.

“Estamos distribuindo água em toda a cidade, mas o rodízio não acabou. Estamos trabalhando 24 horas por dia para fornecer água à população. O rodízio não foi suspenso, o que será feito, a partir de agora, é um monitoramento do nível da bacia de captação de água. Quando a bacia estiver abastecida pela chuva, como hoje, a água chega a todos”, afirmou o diretor da Paranaguá Saneamento, João Roberto Moraes.

De acordo com Moraes, a divisão da cidade em regiões para rodízio também foi estudada pela empresa, com foco não somente na questão geográfica, mas no número de habitantes e consumo de água.

“Não basta só abastecer a população, temos que garantir o enchimento dos reservatórios que nós temos que funcionam como pulmões e corrigem distorções”, detalhou.

A preocupação também se estende para a temporada de verão. “Estamos estudando alternativas também para enfrentar o verão que está vindo e se anuncia com poucas chuvas. Aí não basta apenas fazer isso, teremos que ter outras formas de produzir a água, algo que está sendo estudado”, explicou Moraes.