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Editorias

BOM COMEÇO

Para início de competição, os resultados estão sendo bons para o Operário de Ponta Grossa e Paraná Clube.

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Para início de competição, os resultados estão sendo bons para o Operário de Ponta Grossa e Paraná Clube. As equipes venceram os jogos em casa e empataram como visitantes. Sei que é apenas o início da longa competição, porém estar entre os quatro primeiros, faz com que o time crie moral e o grupo de atletas se fortalece. Não entro no mérito das atuações, me bastam os resultados, até porque exigir boa qualidade em plena pandemia é quase impossível. Os técnicos Alan e Gerson são experientes e conhecem os problemas que afligem o futebol neste momento. Estão buscando o melhor para suas equipes, nesta fase de incertezas da nossa vida. Bom começo da dupla paranaense na Segundona.

REVOLUÇÃO ADMINISTRATIVA

Minha gente, acompanho o Coritiba desde a década de 60, lá se vão alguns anos, por este motivo sei do potencial do clube e da sua gigantesca torcida. Convenhamos nos últimos anos, seja pelo motivo que for, o centenário Coritiba está devendo e muito para os seus fiéis torcedores. As últimas administrações tiveram boa vontade, porém faltou qualidade administrativa e conhecimento de futebol. Sinceramente não vejo luz no fim do túnel coxa-branca. Somente uma revolução administrativa poderá colocar ordem na casa e fazer os coxas sonharem com dias melhores. Antes que seja tarde demais.

ALMOÇO EM IPANEMA

Dia desses a convite dos amigos Rodrigo Fernandes e Vermelho, fui até a residência do leitor e ouvinte Enio José da Rosa, o popular “seu Enio”, no balneário Ipanema. Fomos recebidos com carinho e uma peixada extraordinária, feita por Dona Tereza esposa do anfitrião, com direito à sobremesa de arroz de leite, uma maravilha. Muita conversa sobre futebol tomou conta da tarde, até porque “seu Enio” foi um bom jogador de bola, craque na sua época do Nacional do Boqueirão entre outros clubes. Quero agradecer os momentos de alegria e felicidade, que passei junto à querida família Rosa, bem como a sua filha Renata e o genro Cristiano, o popular Ninho, e netos. Foi um almoço inesquecível, saibam disso.

MOMENTO SEM IGUAL

Sempre me manifestei contra a volta do futebol durante a pandemia. Sei dos problemas comerciais que envolvem o esporte mais popular do mundo. Vivemos um momento sem igual, tudo conspira contra a parte financeira na vida particular de cada um, poucos segmentos estão com sequência normal. Os valores no futebol são acima da média, alguns atletas ganham mais do que os grandes administradores do mundo. Isto faz o futebol profissional voltar em plena pandemia. Temo pela vida dos atletas e funcionários dos clubes, temo pelos colegas de imprensa, temo pelos árbitros, temo pelo pessoal da retaguarda dos jogos. Vivemos um momento sem igual, todo cuidado é pouco. Ave, saúde!

SONHOS E REALIDADE

Todos sabem que nasci em Porto Alegre e moro em Curitiba há quase 60 anos, portanto sou mais curitibano do que porto-alegrense. Aqui tenho filhos e amigos. Gosto da minha terra natal, como adoro Curitiba e Paranaguá. Aliás existem cidades que a gente cria um carinho ao natural, dou exemplos, Gramado as Missões e Caxias no RS. Araucária, Prudentópolis, Ponta Grossa, Irati, Londrina, Maringá no Paraná. Gostaria de voltar a Goiânia, comer aquele Tucunaré, Minas rever as obras do Aleijadinho, ao Uruguai e Argentina, gosto das duas capitais. Em época de pandemia, tenho viajado em pensamentos, uma forma de driblar os dias cinzentos que vivemos. Gostaria de retornar a alguns destes lugares. Gostaria de morar no litoral. Será que vai dar tempo? Tomara que sim. Sigo viajando entre estradas e nuvens, entre sonhos e realidade.