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Maçonaria

O Graal na Maçonaria

Constituía-se em um prato muito côncavo, quase um vaso, destinado às refeições.

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Constituía-se em um prato muito côncavo, quase um vaso, destinado às refeições. O vocábulo derivaria do latim gratus, que “grato” ou “agradecido”, porque o recipiente recolhia bons manjares, que eram gratos ao paladar. O Santo Graal é base de uma lenda surgida nos primórdios do Cristianismo; conhecem-se os cavaleiros da Távola Redonda que, reunidos, bebiam o Santo Graal – um vaso lavrado em ouro e pedras preciosas que teria sido a taça em que Jesus bebera o vinho na sua última ceia. Algumas Lojas Maçônicas adotam em lugar da “taça sagrada da boa e da má bebida”, um similar de Graal.

É também uma expressão medieval que designa normalmente o cálice usado por Jesus Cristo na Última Ceia. Ele está presente nas lendas arturianas, sendo o objetivo da busca dos cavaleiros da Távola Redonda, único objeto com capacidade para devolver a paz ao reino de Artur. No entanto, em outra interpretação, ele designa a descendência de Jesus (o sangraal ou sangue real), segundo a lenda, ligada dinastia Merovíngia. Finalmente, também há uma interpretação em que ele é a representação do corpo de Maria Madalena, a suposta esposa de Jesus e sua herdeira na condução da nova religião.

Na literatura medieval, a procura do Graal representava a tentativa por parte do cavaleiro de alcançar a perfeição. Em torno dele criou-se um complexo conjunto de histórias relacionadas com o reinado de Artur na Inglaterra, e da busca que os cavaleiros da Távola Redonda fizeram para obtê-lo e devolver a paz ao reino. Nas histórias misturam-se elementos cristãos e pagãos relacionados com a cultura celta. Segundo algumas histórias, o Santo Graal teria ficado sob a tutela da Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão, também conhecida como Ordem do Templo, ou simplesmente os Templários, que eram uma instituição militar-religiosa criada para defender as conquistas nas Cruzadas e os peregrinos na Terra Santa. Alguns associam os templários a irmandade que Wolfram cita em “Parsifal”. Segundo uma das versões da lenda, os templários teriam levado o cálice para a aldeia francesa de Rennes-Le-Château. Em outra versão, o cálice teria sido levado de Constantinopla para Troyes, na França, onde ele desapareceu durante a Revolução francesa.

Conta-se que durante o assalto das tropas às fortalezas albigenses, apareceu no alto da muralha uma figura coberta por uma armadura branca. Os soldados recuaram, temendo ser um guardião do Santo Graal. Mas, prevendo a derrota, os cátaros, ocultaram o Santo Graal num dos numerosos subterrâneos onde estaria até hoje.

Nesse contexto histórico poderiam ser explicados os mistérios do Messias e as verdades que a Igreja proibiu sobre a “dinastia do cálice”, a matança dos cátaros, as cruzadas e a história do abade Berenger Saunière em Rennes-le-Château, no Languedoc.

Yassin Taha

Dep Federal GOB

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