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Editorial

A esperança está na vacina

No Brasil, quase nove em cada 10 pessoas afirmaram que tomariam a dose se tivessem a oportunidade

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A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) autorizou a retomada dos testes da chamada vacina de Oxford no Brasil, a qual pode imunizar as populações contra a Covid-19. A notícia enche de ânimo aqueles que aguardam pela dose para poder retomar a vida e diminuir a preocupação com familiares que pertencem ao grupo de risco da doença.

Uma pesquisa encomendada pelo Fórum Econômico Mundial apontou a predisposição de brasileiros e mais 26 nacionalidades a tomar a vacina contra a Covid-19 caso esta já estivesse disponível. No Brasil, quase nove em cada 10 pessoas afirmaram que tomariam a dose se tivessem a oportunidade, cerca de 88% dos entrevistados. Os 11% que declinariam a imunização citam como motivo principal a preocupação com os efeitos colaterais.

É justamente a preocupação com esses efeitos colaterais que faz com que os testes pelos laboratórios fabricantes das vacinas demorem para ser concluídos. Assim como medicamentos que já estão há anos no mercado e também outras vacinas já disponíveis, é primordial passar por essas fases para que os pesquisadores possam chegar a um estudo conclusivo e viabilizar um produto seguro.

Há quem afirme que a vacina chegará antes do ano terminar, o que seria motivo de grande celebração; outros afirmam que neste ano isso se torna impossível. Enquanto este momento não chega, é preciso manter a esperança de que em breve as nações estarão imunizadas dessa doença que trouxe diversos transtornos à sociedade, que seja capaz de colocar fim a toda a onda de preocupação que assolou o mundo.