Direito & Justiça

Gaema expede recomendação para suspensão imediata do uso de recursos de Fundo Municipal do Meio Ambiente de Pontal do Paraná

O documento foi dirigido ao secretário municipal de Meio Ambiente, Agricultura e Pesca da cidade, que também é presidente do Conselho Municipal de Meio Ambiente de Pontal do Paraná.

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Em Pontal do Paraná, no Litoral, o Ministério Público do Paraná expediu recomendação administrativa para que seja suspensa, de imediato, a destinação de verbas do fundo municipal de meio ambiente da cidade até que seja elaborada, votada e aprovada a minuta de regimento interno do fundo. O documento foi dirigido ao secretário municipal de Meio Ambiente, Agricultura e Pesca da cidade, que também é presidente do Conselho Municipal de Meio Ambiente de Pontal do Paraná.

A medida do MPPR foi formulada por meio do Núcleo de Paranaguá do Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente, Habitação e Urbanismo (Gaema), que recebeu informação de que recursos do fundo estariam sendo empregues de forma indevida, sem vinculação com a área ambiental – foi verificado que teria sido aprovada a liberação de R$ 200 mil do fundo para custeio de despesas publicitárias do Município. O Gaema destaca na recomendação que a lei que instituiu o fundo municipal e o conselho municipal de meio ambiente aponta que os recursos devem ser empregues a partir de plano elaborado pelo conselho e que “os fundos especiais têm objetivos próprios, finalidades específicas, que são estabelecidas na lei que os institui e nas demais disposições relativas à matéria, não cabendo quaisquer condutas no sentido de alterar as finalidades para as quais foram criados ou desvirtuar seus fins”.

Além de verificar a destinação indevida dos valores, o Gaema constatou que até então o Conselho de Meio Ambiente de Pontal do Paraná não possuía regimento interno e nem plano de aplicação de recursos – documentos necessários para que haja uma previsão das ações, com metodologia, cronograma de execução, justificativas e discriminação da destinação dos valores em linhas específicas. Foi indicado pelo MPPR prazo de 30 dias para um retorno a respeito do acatamento da recomendação.

A promotora de Justiça, Dra. Dalva Marin Medeiros, comentou sobre o caso, confira:

Informações da Assessoria de Comunicação do MPPR


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Alex Vizine

Formado em Letras e respectivas Literaturas pela Faculdade Estadual de Filosofia, Ciências e Letras de Paranaguá (FAFIPAR) em 2014 e em Pedagogia pela Universidade Estadual do Paraná (Unespar) em 2018. Desempenha suas funções na Folha do Litoral News desde 2020 como coprodutor (MEI), além de atuar com produções audiovisuais e em radiodifusão no litoral do Paraná. Associado ao Rotary Club de Paranaguá Rocio, ministro da Eucaristia e da equipe de liturgia no Santuário Estadual de Nossa Senhora do Rocio.

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