Ciência e Saúde

Secretaria de Saúde reforça cuidados para prevenção da conjuntivite no verão em Paranaguá

Vigilância epidemiológica alerta para riscos em aglomerações, praias e piscinas durante o período de calor

Em caso de sintomas, a orientação é procurar um médico e não utilizar colírios sem orientação profissional

Em caso de sintomas, a orientação é procurar um médico e não utilizar colírios sem orientação profissional

Com a chegada do verão e consequentemente os dias mais quentes, o número de casos de conjuntivite tende a aumentar. A Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) da Prefeitura de Paranaguá, por meio da Vigilância em Saúde, divulgou dados atualizados sobre os casos de conjuntivite registrados no município e reforçou a importância da prevenção, especialmente durante esta época do ano. 

Conforme a enfermeira da Vigilância em Saúde, Andrea Gomes de Moura, em 2025 foram registrados 28 casos de conjuntivite, todos no mês de janeiro. Destes, três foram em crianças. Já em 2026, até o momento, foram contabilizados 13 casos. São 12 adultos e um adolescente.

Segundo Andrea Moura, ainda há um lote de informações em consolidação, mas a expectativa é de que os números não apresentem aumento significativo. A enfermeira destaca que o período de verão exige atenção redobrada da população. “Com a chegada do verão, as pessoas costumam ficar mais tempo ao ar livre, em contato próximo com outras, e também frequentam praias e piscinas, que muitas vezes estão contaminadas. Esse cenário torna o período propício para a transmissão da conjuntivite”, alerta.

A conjuntivite é uma inflamação ocular bastante comum nessa época do ano. “A conjuntivite é a inflamação da conjuntiva, que é uma membrana transparente e fina que reveste a parte da frente do globo ocular e o interior das pálpebras. Geralmente atinge os dois olhos, pode durar de uma semana a até 15 dias e, na maioria dos casos, não deixa sequelas”, explica.

Sintomas

Os principais sintomas da conjuntivite incluem olhos vermelhos e lacrimejantes, pálpebras inchadas, sensação de areia ou cisco nos olhos, coceira, fotofobia, visão borrada e pálpebras grudadas ao acordar. “Também pode haver secreção purulenta nos casos bacterianos e secreção esbranquiçada nos casos virais”, acrescenta.

Prevenção

Andrea Moura reforça que a prevenção é essencial para evitar a transmissão da doença. “É importante evitar contato próximo com pessoas infectadas, aglomerações e o uso de piscinas de academias ou clubes”, orienta.

Ela também alerta para os cuidados diários. “A população deve evitar coçar os olhos, lavar bem as mãos após tocá-los, não compartilhar toalhas, produtos de beleza ou itens de uso pessoal, trocar fronhas diariamente durante a crise e manter a higiene adequada das lentes de contato”, destaca.

Em caso de sintomas, a orientação é procurar um médico e não utilizar colírios sem orientação profissional.


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Flávia Adans

Com mais de 28 anos de atuação no jornalismo, construiu uma trajetória marcada pela paixão em comunicar, informar e se conectar com as pessoas. Ao longo dessa caminhada, passou por diversas emissoras de rádio, onde viveu o dia a dia da notícia, deu voz a histórias importantes e levou informação de forma clara, responsável e acessível aos ouvintes, em diferentes momentos e realidades. Sua experiência também se fortaleceu na assessoria de comunicação da Prefeitura de Paranaguá, com atuação destacada na Secretaria Municipal de Saúde. Nesse período, uniu técnica e sensibilidade para transformar ações e políticas públicas em mensagens compreensíveis e relevantes para a população, sempre com atenção ao impacto social da informação. Além disso, atuou como cerimonialista, área em que organização, atenção aos detalhes e boa comunicação caminham juntas. Conduzir eventos e cerimoniais com profissionalismo, empatia e segurança faz parte de um perfil construído ao longo dos anos, pautado pela responsabilidade e pelo cuidado com cada etapa do processo.

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