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Empresas paranaenses têm até 3 de maio para inscrever seus projetos na Chamada Saúde Tech PR

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Empresas paranaenses têm até 3 de maio para inscrever seus projetos na Chamada Saúde Tech PR, iniciativa do Sistema Fiep, por meio do Senai no Paraná, em parceria com o Governo do Estado e a Fundação Araucária. A chamada pública de R$ 1,4 milhão irá apoiar projetos que ajudem no enfrentamento à covid-19. “Vamos disponibilizar recurso, competência técnica e infraestrutura dos Institutos Senai de Tecnologia e Inovação para acelerar produtos e serviços que possam diminuir o impacto da pandemia do novo Coronavírus”, explica Fabrício Lopes, gerente executivo de Tecnologia e Inovação do Sistema Fiep. As empresas selecionadas receberão suporte sem custo dos Institutos Senai de Tecnologia e Inovação do Paraná para alavancar as soluções, com acesso a laboratórios e pesquisadores.

Mais prejudicadas

A disseminação da Covid-19 deverá trazer “impactos severos” à economia brasileira, e os prejuízos devem ser sentidos de forma mais intensa nas regiões Sul e Sudeste, informou na última quinta-feira, 30, o Banco Central por meio do boletim regional. O documento traz uma análise sobre o nível de atividade em cada região do país. De acordo com o documento, quando se considera a estrutura produtiva e a concentração relativa do chamado Valor Adicionado Bruto, que especifica o peso de cada setor da economia no que foi produzido em uma determinada região, as regiões Centro-Oeste e Norte devem ser as menos afetadas pela pandemia. Essa avaliação do BC se deve ao fato de que, entre todas as atividades econômicas, as produções agrícola e pecuária, que são mais relevantes nas economias das regiões do Norte (10,5%) e Centro-Oeste (9,9%), devem ser as menos afetadas pela pandemia.

Comércio vê queda

O faturamento do comércio brasileiro encolheu 39% em relação ao período anterior à pandemia do covid-19 e setor acumulou em 5 semanas uma perda de R$ 86,4 bilhões, segundo cálculos da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Somente nas duas primeiras semanas de abril, as perdas foram estimadas em R$ 35,19 bilhões, de acordo com estudo divulgado na última quinta-feira, 30. Com o forte tombo das vendas e do nível de atividade do setor, a CNC avalia que a crise tem potencial para eliminar 28% dos postos de trabalho formais em até 3 meses, o que pode resultar em um corte de até 2,2 milhões de vagas de emprego. “A concretização desse cenário, no entanto, dependerá de como as empresas do setor reagirão às medidas anunciadas pelo governo e, em última instância, à própria evolução da pandemia nas próximas semanas”, destacou a CNC.


Sescoop cria movimento

Em uma ação de Intercooperação, as unidades do Sescoop dos estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo, São Paulo e Minas Gerais se uniram e criaram o Movimento Sudeste Mais Coop, que consiste em compartilhar cursos, estruturas e colaboradores para entregar às cooperativas uma série de treinamentos digitais, para que ampliem seus leques de oportunidades de mercado e façam negócios entre si. A iniciativa também visa que mais pessoas nestes quatro estados conheçam o modelo cooperativista, a fim de identificarem nas cooperativas, possibilidades de negócios e alternativas para superar esta pandemia do covid-19, que gerou crises na saúde e na economia do País.


Operação e frete

O presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil), Bartolomeu Braz Pereira, destacou, em “live” promovida pela Datagro na última terça-feira, 28, que o agronegócio “não parou” com o covid-19 e que produtores brasileiros estão finalizando a colheita de soja e fazendo o manejo da safrinha de milho. Segundo ele, a queda do preço do diesel, que chegou a 30% em algumas regiões, teve o efeito positivo de reduzir o custo da operação, já que o combustível é bastante usado em maquinário agrícola, e do frete. Por outro lado, o dólar fortalecido ante o real eleva o preço dos fertilizantes, que são em grande parte importados.

Alimentos pressionam

Os preços da indústria tiveram alta de 1,32% em março de 2020, na comparação com o mês anterior, após crescerem 0,35% em janeiro e 0,81% em fevereiro, de acordo com o Índice de Preços ao Produtor (IPP), que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou na última quinta-feira, 30. O resultado foi pressionado pelo setor de alimentos, principalmente carnes bovinas, cujos preços tiveram a maior variação da série histórica (6,68%), iniciada em janeiro de 2014. A indústria extrativa, com deflação de 17,12% no mês, segurou o crescimento no mês, bem como o refino de petróleo e produtos de álcool (-0,97%). O IPP mede a oscilação dos preços dos produtos na “porta das fábricas”, sem impostos e frete, da indústria extrativa e de 23 setores da indústria de transformação. Com o resultado de março, o acumulado do ano atingiu 2,50%, contra 1,16% em fevereiro. Já o acumulado em 12 meses (março de 2020 contra março de 2019) atingiu 6,45%, frente a 6,73% em fevereiro.

Escolha Google Cloud

A TIM Brasil anuncia que fechou um acordo com o Google Cloud para utilizar o Google Cloud Platform (GCP) como sua plataforma estratégica de nuvem para Big Data, inteligência de negócios e aprendizado de máquina. “Estamos em um processo intenso de transformação digital dentro da companhia e acreditamos que a parceria com o Google Cloud vai nos ajudar a entender ainda melhor as necessidades dos nossos clientes para que tenham sempre a melhor experiência conosco.”, afirma Renato Ciuchini, Head de Estratégia e Transformação Digital da empresa. A plataforma do Google Cloud permite análises exclusivas em tempo real sobre seus negócios. Essas informações ajudarão a operadora a aprimorar seus serviços ao cliente, o planejamento e a otimização da rede e a fornecer ofertas personalizadas aos usuários.

Baixa demanda

A desaceleração da economia e as medidas de isolamento para controle da disseminação do covid-19 já impactam o setor sucroalcooleiro. Nos primeiros quinze dias de abril, a comercialização no Centro-Sul do Brasil de etanol hidratado ao mercado interno caiu 35,7% frente a mesma quinzena do ano passado, atingindo  560,4 milhões de litros. As vendas de etanol anidro também registraram redução de 50,5% nos primeiros quinze dias de abril na comparação com 2019, chegando a 201,2 milhões de litros. A queda drástica da demanda por combustíveis, as retrações nas cotações internacionais do petróleo e o recuo nos preços do açúcar já impactam o faturamento do setor. De acordo com a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), na primeira quinzena de abril, a receita com a venda de etanol caiu quase 50% na comparação com os valores registrados no mesmo período de 2019.

Moagem de cana

A moagem de cana-de-açúcar totalizou 22,38 milhões de toneladas nos quinze primeiros dias de abril, segundo maior índice histórico para o período, menor apenas quando comparada às 32,94 milhões de toneladas apuradas nessa mesma quinzena da temporada 2016/2017. No comparativo quinzenal com o resultado observado em 2019 (13,90 milhões de toneladas), houve um crescimento de quase 8,5 milhões de toneladas, ou 61%.”Esse resultado mostra o esforço do setor sucroenergético em iniciar a safra, a despeito de todas as dificuldades decorrentes da pandemia do COVID-19 e da disputa entre os produtores de petróleo”, explicou Antonio Padua Rodrigues, diretor-técnico da União da Indústria da Cana-de-Açúcar (Unica).


Ipea reduz previsão

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revisou na última quarta-feira, 29, a projeção do Produto Interno Bruno (PIB) da agropecuária. A entidade estima que a economia do setor vai crescer 2,4% em 2020, contra os 3,8% previstos em março. O principal motivo da revisão está relacionado à redução da estimativa de produção de soja do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e decorre principalmente de uma queda da colheita do grão no Rio Grande do Sul, que sofre severa estiagem. A entidade afirma ainda que entre os principais produtos agropecuários, em termos de participação no PIB, a crise causada pela causou maiores impactos negativos para o mercado de carne bovina, que é a proteína de maior preço, e para a cana-de-açúcar, em função da redução forte do preço do petróleo, que afeta o preço do álcool.

Taxa de informalidade

A taxa de informalidade atingiu 39,9% da população ocupada, representando um contingente de 36,8 milhões de trabalhadores informais. No trimestre móvel anterior, essa taxa havia sido 41% e no mesmo trimestre do ano anterior, 40,8%. O dado é da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua (PNAD Contínua), divulgada na última quinta-feira, 30, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O contingente de empregados sem carteira assinada no setor privado (11,0 milhões de pessoas) caiu 7% (menos 832 mil pessoas) em relação ao trimestre móvel anterior e permaneceu estável comparado ao primeiro trimestre de 2019. O número de trabalhadores por conta própria chegou a 24,2 milhões de pessoas, com queda de 1,6% em relação ao último trimestre de 2019 e alta de 1,7% na comparação com o primeiro trimestre de 2019.

Redação ADI-PR Curitiba

Coluna publicada simultaneamente em 20 jornais e portais associados.

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