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Paraná Produtivo

Mercado de energia

O Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) passou a comprar energia no ambiente de contratação livre. É a primeira empresa estatal do Paraná a migrar para o mercado livre de energia.

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O Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) passou a comprar energia no ambiente de contratação livre. É a primeira empresa estatal do Paraná a migrar para o mercado livre de energia. A mudança aconteceu no primeiro dia de julho, quando o instituto passou a comprar energia da Copel Mercado Livre. O principal argumento para a mudança foi a economia com a fatura de luz. No primeiro mês do contrato, o Tecpar deixou de gastar R$ 27 mil com a conta de energia, comparando com o valor que pagaria se ainda estivesse no mercado cativo. Além da mudança para o mercado livre, a empresa escolheu a modalidade de consumidor varejista para simplificar todo o processo no mercado. “Nossa gestão tem buscado utilizar as ferramentas disponíveis atualmente com o objetivo de reduzir custos”, diz o diretor-presidente do Tecpar, Jorge Callado.  

Meeting Brasil

O Paraná vai apresentar seus destinos turísticos no Meeting Brasil Online – Latin America 2020, primeiro grande evento virtual do semestre, com transmissão simultânea para doze países da América Latina, que acontece de 10 a 13 de agosto. O Estado mostrará seus atrativos, com destaques para o Litoral, Parque Vila Velha, cachoeiras e turismo de negócios e eventos, que tem atraído visitantes de várias partes do mundo. Curitiba e Foz do Iguaçu, considerados portões de entrada paranaenses, também participam com seus atrativos. O evento reúne operadores e agentes de viagens de doze países da América Latina. A meta é compor os portfólios dos operadores internacionais de turismo para o biênio 2021 e 2022. A edição do Meeting Brasil deste ano acontecerá de forma virtual. 


Paraná Banco

O Paraná Banco informou que retomou o processo para uma oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), que havia sido suspenso em março, em meio aos efeitos da pandemia de covid-19, de acordo com o jornal Valor Econômico. “Serão oportunamente fixados pelo conselho de administração a quantidade de units a serem ofertadas e o preço de venda, conforme venha a ser acordado na data de precificação”, diz o Paraná Banco. A oferta deve ser primária – quando os recursos vão para o caixa da empresa – e secundária, quando um acionista atual vende parte da sua fatia. Em fevereiro, quando o processo original do IPO estava em andamento, o banco buscava levantar R$ 1,5 bilhão com a operação.


Colheita de milho

A Secretaria de Agricultura e do Abastecimento do Paraná divulgou, por meio do Departamento de Economia Rural (Deral), seu o relatório de plantio e das principais safras do estado. O relatório semanal apontou que 37% das lavouras estaduais foram colhidas até a última segunda-feira, 3. As áreas restantes se dividem com 83% já em maturação e os 17% restantes ainda em frutificação. Quanto à qualidade dessas áreas, 45% estão em boas condições, 38% em médias e 17% em condições ruins. A publicação destaca que a colheita já se encerrou em Guarapuava, Irati e União da Vitória e se encaminha para o final em Ponta Grossa (85%), Pato Branco (75%) e Campo Mourão (55%).


Saldo positivo

A chegada da época da colheita em grande parte das culturas agrícolas da safra de verão, como o do café, soja, cana, algodão e laranja, e o plantio de lavouras de inverno, como o trigo, aveia, centeio e cevada, provocou um aquecimento nas contratações de mão de obra no campo. Segundo dados do Caged, divulgado pelo Ministério da Economia, o setor agropecuário, que envolve agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura, registrou saldo positivo de 36,8 mil vagas, enquanto que os demais setores da economia tiveram resultados negativos para o emprego, como o de Serviços, Comércio e Indústria em geral. No acumulado de janeiro até junho no setor agropecuário, as admissões foram de 437.999, os desligamentos de 375.366, e o saldo foi de 62.633 postos de trabalho.


Vendas de carne

Dados preliminares da balança comercial de julho, divulgados pelo Ministério da Economia na segunda, 3, mostram um aumento de 94,5% nas vendas de carne bovina para a Ásia, com exceção do Oriente Médio. Nas vendas feitas somente para a China, o crescimento de arrecadação é ainda maior: 143%. Em julho de 2019, as vendas de carne bovina para a China somaram US$154 milhões. Já no mesmo mês deste ano, a cifra chegou a US$375 milhões. Em coletiva de imprensa, o secretário de Comércio Exterior do Ministério da Economia, Lucas Ferraz, foi questionado se há preocupação do governo sobre uma possível dependência comercial do continente asiático, já que cerca de metade das exportações brasileiras segue para esse destino. “Desde o início do governo ficou muito claro que o Brasil tem a ambição de ser um grande player na arena internacional. Essa concentração excessiva na Ásia é um fenômeno conjuntural. A Ásia tem uma participação importante não só na pauta de comércio do Brasil, mas de basicamente todos os países do mundo”, analisou.


Consumo per capita

O consumo per capita de feijão no Brasil despencou 42,5% nos

últimos 40 anos, passando de 24,9 quilos por habitante ao ano para 14,3 kg/habitante/ano, aponta a consultoria Cogo. No mesmo intervalo, o arroz registrou queda de 35,1%, saindo de 52,2 kg/habitante/ano para 33,9 kg/habitante/ano. “Com a urbanização e o aumento do tamanho da classe média no Brasil, ocorreu uma migração de consumo de feijão e arroz para proteínas animais, especialmente a carne de frango, cujo consumo per capita, nesse mesmo período, cresceu de apenas 2,3 kg/habitante/ano, para os atuais 43,9 kg”, justifica a consultoria. Segundo a Cogo, o consumo em queda provocou redução da área. Entre 1990 e 2020, a área de cultivo das três safras de feijão no Brasil encolheu 42%, caindo de 5,046 milhões de hectares para 2,929 milhões de hectares. Na contramão, a produção cresceu 41%, de 2,234 milhões de toneladas para 3,157 milhões de toneladas.


Queda no comércio

O diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo, afirmou na última terça-feira, 4, que a queda do comércio neste ano deve ficar dentro do cenário mais otimista. Em abril, a OMC estimou que o comércio mundial teria queda de 13% no cenário otimista e de 32% no pessimista. “São dois cenários horríveis. Hoje os nossos economistas estão estimando que nós devemos ficar mais próximos do cenário otimista, se é que a gente pode chamar assim, em torno de 13%. Mesmo essa contração otimista é a pior do que vimos na crise financeira de 2008 e 2009. Pior que isso só na grande depressão dos anos 30”, disse. Azevêdo participou do evento Diálogo Empresarial: novos desafios e oportunidades no comércio internacional, organizado pela Câmara de Comércio Internacional no Brasil e pela Confederação Nacional da Indústria.


Importações despencam

Brasil teve superávit comercial de 8,1 bilhões de dólares em julho mais uma vez beneficiado por um forte tombo nas importações em meio à crise com o covid-19. De um lado, as importações caíram 35,2% em julho sobre um ano antes, a 11,5 bilhões de dólares, com redução observada tanto em volumes quanto em preços. Pelo critério da média diária, houve diminuição de 62,7% nas compras de produtos da indústria extrativa, de 33,6% em itens da indústria de transformação e de 6,5% nos produtos da agropecuária. Já as exportações somaram 19,6 bilhões de dólares, queda de 2,9% sobre igual mês do ano passado pela média diária. Segundo dados do Ministério da Economia, os volumes vendidos subiram em todas as três categorias analisadas —agropecuária, indústrias extrativas e indústrias de transformação. 


Emplacamentos
A venda de veículos novos cresceu 43,61% em julho em relação a junho, com o emplacamento de 279.103 unidades, considerando veículos leves e pesados, informou a Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) na última terça-feira, 4. Na comparação com igual mês de 2019, o volume registrado representa queda de 20,12%. No acumulado do ano até julho, foram vendidos 1.504.731 veículos, redução de 33,67% ante igual período do ano passado. Por segmentos, a venda de caminhões segue em destaque, continuando como a única categoria com crescimento no confronto com igual mês do ano passado, de 5,8%, com o emplacamento de 9.522 unidades. Em junho, esse comportamento foi observado pela primeira vez desde a crise desencadeada pela pandemia de Coronavírus.

Na margem, o avanço foi de 8,69%.


Gripe aviária

A Austrália relatou um surto de gripe aviária em uma fazenda perto de Melbourne, onde milhares de aves foram encontradas com o vírus H7N7. A fazenda abriga 43 mil galinhas e 21,7 mil foram infectadas pelo vírus, de acordo com um aviso no site da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). Os controles de transporte foram postos em prática e as propriedades afetadas colocadas em quarentena, segundo o diretor veterinário de Victoria, Graeme Cooke, em comunicado, mencionando o jornal The Strait Times. As aves da propriedade foram sacrificadas para impedir a propagação do vírus, segundo o comunicado.

Coluna publicada simultaneamente em 20 jornais e portais associados. Saiba mais em www.adipr.com.br.