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Paraná Produtivo

Copel em alta

A Copel foi considerada a distribuidora com maior índice de satisfação entre clientes atendidos em alta e média-tensão no cenário nacional

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Copel em alta

A Copel foi considerada a distribuidora com maior índice de satisfação entre clientes atendidos em alta e média-tensão no cenário nacional. A pesquisa foi realizada em 2020, sob coordenação da Associação Brasileira de Distribuidoras de Energia Elétrica (Abradee), e o resultado foi anunciado na última terça-feira, 23, em um evento online do setor. A pesquisa avalia diversos fatores, como a qualidade do fornecimento de energia, atendimento e comunicação com os consumidores, faturamento e responsabilidade socioambiental. O índice de satisfação da qualidade percebida pelos clientes da Copel foi de 80,9 pontos, enquanto a média nacional ficou em 72,4, o que destaca a empresa como líder no atendimento aos grandes consumidores. A Copel Distribuição atende 15.261 mil clientes diretamente em média e alta-tensão, em todo o Paraná.

Produção de tilápias
O Paraná ampliou a liderança nacional na produção de tilápias. O volume em 2020 chegou a 166 mil toneladas, um aumento de 14% em relação a 2019, quando foram comercializadas 146.212 toneladas. O resultado é cerca de 135% superior ao obtido por São Paulo, vice-líder com 74.600 toneladas. O levantamento foi divulgado na última segunda-feira, 22, pela Associação Brasileira de Piscicultura, dentro do anuário Peixe BR 2021. O bom desempenho do Estado foi puxado pelo modelo cooperativista de integração. Cooperativas como Copacol e C.Vale, ambas instaladas na Região Oeste, fizeram com que a piscicultura paranaense crescesse em um ritmo maior do que o restante do País. De acordo com a associação, seis em cada dez peixes cultivados no Brasil são tilápias, o que faz do País o quarto maior produtor do mundo.

Soja em Paranaguá
Aos poucos, a safra de soja 20/21 chega ao Porto de Paranaguá. O movimento de caminhões que descarregam o produto nos terminais paranaenses se intensifica e deve chegar aos 2 mil veículos por dia, a partir da primeira semana de março. A expectativa é receber cerca de 2 milhões de toneladas no mês. Na última terça-feira, 23, três navios carregam soja no Porto de Paranaguá (dois no Corex e um no berço 204) e outros três estão programados para atracar nos próximos dias, todos nos berços do Corredor Leste (Corex). Já em line up, aguardando a programação, são 2 navios para o Corex e 1 para o berço 201 (Corredor Oeste). Estão em porto, aguardando o produto, 20 navios para o Corredor Leste, e outras 15 embarcações estão anunciados para chegar e carregar a oleaginosa no porto paranaense.

Custeio antecipado BB
O Banco do Brasil anunciou na última terça-feira, 23, a disponibilização de R$ 16 bilhões em crédito a produtores rurais, para a compra antecipada de insumos, por meio do custeio antecipado da safra 2021/2022. De acordo com o banco, o crédito tem como foco o financiamento das lavouras de soja, milho, algodão, café, arroz e cana-de-açúcar. No âmbito do Pronamp, que é destinada ao médio produtor, a taxa cobrada será de 5% ao ano, com prazo de até 14 meses e teto de R$ 1,5 milhão. Já para o custeio agropecuário, a taxa cobrada é de 6% ao ano, também pelo prazo de até 14 meses. Nesse caso, o teto é de R$ 3 milhões.

Custeio Agro
A Caixa anunciou que vai ampliar o Custeio Agro Antecipado para R$ 12 bilhões. A expectativa é ter 100% do volume emprestado até o final de março ou início de abril. O anúncio foi feito em uma live. O principal foco dos recursos são os pequenos agricultores do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), mas qualquer outro produtor pode acessar. Os recursos estão disponíveis para custeio, comercialização, industrialização e para investimento. Segundo o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, a carteira de crédito do banco para o agro já aumentou quatro vezes desde o início do governo, e o objetivo é chegar a R$ 40 bilhões ao final de 2022, o que representará um aumento de dez vezes a carteira da Caixa no setor agropecuário no início da gestão.

Mercedes-Benz
A Mercedes-Benz confirmou nesta quarta-feira investimento programado de 2,4 bilhões de reais no Brasil até 2022, afirmou o presidente para América Latina da montadora alemã de caminhões e ônibus, Karl Deppen. Em apresentação a jornalistas, o executivo afirmou que o Brasil em 2020 foi o maior mercado de caminhões da Mercedes-Benz no mundo, com uma participação de 20% nas vendas do grupo. A companhia vendeu 26.769 caminhões em 2020, depois de 27.994 em 2019. As vendas totais do mercado no ano passado somaram 84.650 veículos.

Volvo elétrico
A DHL, um dos maiores operadores logísticos da Europa, e a Volvo Trucks deram início a uma parceria para acelerar a introdução de caminhões pesados elétricos em operações de transporte regional na Suécia. O esforço conjunto entre as empresas é mais um passo importante em direção a soluções de transporte neutras em impactos climáticos.

DHL e Volvo
Até agora, a principal aplicação de caminhões elétricos tem sido em distâncias mais curtas, dentro de cidades e em áreas urbanas. Agora, a DHL e a Volvo Trucks vão iniciar um projeto para transporte pesado em distâncias maiores, com testes de um Volvo FH Elétrico com PBT de 60 toneladas. A partir de março, o caminhão vai operar entre dois terminais logísticos da DHL na Suécia, percorrendo uma distância de 150 km. Os testes vão fornecer dados que ajudarão a otimizar o equilíbrio entre as distâncias cobertas, peso da carga e pontos de recarga em operações diárias de transporte rodoviário.

Investimento estrangeiro
Os investimentos estrangeiros diretos na economia brasileira somaram US$ 1,838 bilhão em janeiro deste ano, de acordo com números divulgados pelo Banco Central (BC) na última quarta-feira, 24. Isso representa uma queda de 30,7% na comparação com o mesmo mês de 2020, quando foi registrado o ingresso de US$ 2,654 bilhões. Essa também foi a menor entrada líquida de investimentos diretos na economia brasileira, para o mês de janeiro, desde 2006 (US$ 1,472 bilhão), ou seja, em 15 anos. Em todo ao passado, os investimentos estrangeiros somaram US$ 34,167 bilhões, queda de 50,6% frente a 2019. Foi o menor ingresso anual desde 2009.

Setor externo
Após o déficit de US$ 5,393 bilhões em dezembro, o resultado das transações correntes ficou novamente negativo em janeiro deste ano, em US$ 7,253 bilhões, informou na última quarta-feira, 24, o Banco Central. Este é o menor déficit para um mês de janeiro desde 2018 (US$ 6,778 bilhões). A autarquia projetava para o mês passado déficit de US$ 8,0 bilhões na conta corrente. O número de janeiro ficou dentro do levantamento realizado pelo Projeções Broadcast, que tinha intervalo de déficit de US$ 8,80 bilhões a déficit de US$ 5,23 bilhões (mediana negativa de US$ 7,50 bilhões). A balança comercial registrou saldo negativo de US$ 1,910 bilhão em janeiro, enquanto a conta de serviços ficou negativa em US$ 962 milhões.

Viagens internacionais
Ainda sob os efeitos da pandemia do covid-19 na economia, a conta de viagens internacionais registrou déficit de apenas US$ 39 milhões em janeiro, informou o Banco Central. O valor reflete a diferença entre o que os brasileiros gastaram lá fora e o que os estrangeiros desembolsaram no Brasil no período. Em janeiro de 2020, o déficit nessa conta foi de US$ 764 milhões. Na prática, com o dólar mais elevado e a restrição de voos em vários países, os gastos líquidos dos brasileiros no exterior despencaram 94,90% em janeiro deste ano. O desempenho da conta de viagens internacionais no mês passado foi determinado por despesas de brasileiros no exterior, que somaram US$ 308 milhões – queda de 78,58% em relação a janeiro de 2020. Já o gasto dos estrangeiros em viagem ao Brasil ficou em US$ 269 milhões no mês passado, o que representa um recuo de 60,15%.

Demissão superada
Pela primeira vez, em dez anos, as contratações superaram as demissões no mês de janeiro na indústria. A Sondagem Industrial, divulgada na última quarta-feira, 24, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), mostra que o índice de evolução do número de empregados ficou em 51,3 pontos em janeiro de 2021. Assim, o emprego industrial acumula sete meses consecutivos de alta. O indicador varia de zero a 100, sendo 50 pontos a linha de corte que separa a alta da queda no emprego. A Utilização da Capacidade Instalada (UCI) ficou em 69%, o que é o maior porcentual para o mês de janeiro desde 2014, embora seja um ponto porcentual menor que o registrado em dezembro de 2020.

Coluna publicada simultaneamente em 20 jornais e portais associados. Saiba mais em www.adipr.com.br.

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