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Paraná Empreendedor

Esporte: economia, criatividade e saúde

¨Criativo é quem consegue estabelecer estratégias atuais para unir produtos de qualidade as novas demandas e perfis dos consumidores, gerando receita¨— Edgar Hubner

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Conversando com o especialista na área de esporte Edgar Hubner, que tem experiência na realização de eventos nacionais e internacionais como “Os Jogos da Natureza e Copa América”, discutimos a economia do esporte, diante da importância de compreender e incorporar as mudanças exigidas pelo mercado e as adaptações necessárias para a sobrevivência dos negócios.

Expressões como resiliência, adaptação, mudança de conceitos, alteração nas relações de trabalho, como o home office, isolamento social, mudança nos hábitos de consumo, desigualdade, são cada vez mais empregadas. E quando os indivíduos se baseiam no seu capital intelectual, cultural e na sua criatividade para gerar valor econômico, nos encontramos novamente frente ao desafio dos novos tempos: a adaptação das pessoas.

Essa adequação forçada e acelerada nos dois últimos anos, atingiu de forma direta as etapas criativas, produtivas e de distribuição de bens e serviços. No esporte, considerado entre os três setores da economia do setor terciário, não foi diferente.

A área de eventos esportivos sofreu uma queda significativa na quantidade de eventos e a consequência foi a redução do faturamento. As perspectivas de uma pseudo normalidade apontam para o final de 2022.

O esporte é uma economia que vive do espetáculo da criatividade, do talento, do desafio permanente da superação e da boa forma e saúde de um atleta. E o que o tempo vem mostrando é que devemos cuidar dos indivíduos para que sua saúde seja preservada no mais amplo sentido da palavra, pois não podemos prescindir de sua criatividade e talento.

Assim como outras áreas da atividade econômica, eventos esportivos precisam se alinhar ao novo perfil do consumidor que alterou seus hábitos tradicionais em função das mudanças que a sociedade sofreu, pois com certeza viveremos uma retomada de produção e distribuição de bens ou serviços e se as pessoas e empresas não fizerem uma leitura atual, irão correr na direção do insucesso.

Perfis de pessoas e postos de trabalho, onde indivíduos e empresas entenderam que são obrigados a reposicionar sua forma de relacionamento com a vida e com suas atividades econômicas, estão estabelecendo uma nova visão de mercado.

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