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Educação com Ciência

Os benefícios da música

Alcione já dizia: “Quando se canta todo mundo bole. Quem não gosta de samba bom sujeito não é […]”.

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Alcione já dizia: “Quando se canta todo mundo bole. Quem não gosta de samba bom sujeito não é […]”. Trocadilhos, gostos e ritmos à parte, difícil dizer quem não gosta de música. Isso porque a música tem o poder de interferir nas emoções, resgatar memórias, promover motivação, proporcionar bem-estar e facilitar a concentração e o pensamento reflexivo.

A música é vivenciada de forma individual. Pois, este tipo de arte atua na rememoração de experiências, reavivando memórias não verbais, resgatando sensações e estímulos próprios de cada um ou de cada época. Há músicas para toda ocasião, coletâneas que marcam momentos e transformando-os em vivências auditivas.

Segundo os neurocientistas Rocha e Boggio (2013), a música tem a capacidade de ativar diferentes partes do cérebro, criando redes de armazenamento de forma organizada e categorizada. Isso explica o fato de lembrarmos de cenas, pessoas, cheiros e outros símbolos, ao escutar uma melodia. A música estimula a memória em seu processo de retenção e recordação, conectando áreas responsáveis pelos processos motores, emocionais e de linguagem (MASZKUT, 2015). 

Há reconhecimento da música como uma ferramenta benéfica às capacidades afetivas, cognitivas e psicológicas, reconhecida também na infância. As práticas pedagógicas na Educação Infantil, por exemplo, são quase sempre acompanhadas por música, permitindo que a criança explore a sua psicomotricidade e a organização espacial. Através dos movimentos e do cantar, a criança melhora sua linguagem corporal e o seu poder de comunicação, aspectos importantíssimos para o estabelecimento das relações sociais e afetivas.

Os benefícios advindos da musicalização para o desenvolvimento infantil são reconhecidos por Lei e, por este motivo, o currículo escolar deve contemplar noções básicas de canto, ritmo, dança e a utilização de instrumentos musicais.

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