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Segurança

Corpo de Bombeiros registrou 28 atendimentos por acidentes de trabalho em 2018

Grande parte deles poderia ter sido evitado pelos trabalhadores

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Um levantamento realizado pelo Ministério da Previdência Social apontou que cerca de sete brasileiros perdem a vida diariamente em acidentes de trabalho no Brasil. O que resulta em um acumulado de, aproximadamente, 2.500 óbitos a cada ano no País. O setor de Serviços é o que apresenta o maior número de acidentes, seguido do de Construção Civil e Indústria.

O Corpo de Bombeiros de Paranaguá registrou 28 acidentes de trabalho em 2018. Grande parte deles, 12, está relacionada a acidentes de trânsito envolvendo carros de empresas que sofreram colisões (9), tombamento (1) e queda de veículo (2). Neste último caso podem estar envolvidos entregadores de pizza, por exemplo, ou motoboys.

Equipamentos são fornecidos pelas empresas, que também têm a responsabilidade de supervisionar

 

Outros sete casos são Atendimentos Pré-Hospitalares envolvendo queda de pessoa de plano elevado (1), acidente com máquina (1), queda de pessoa no mesmo nível (1), queda de objeto sobre pessoa (1), acidente térmico (1) e ferimento por objeto cortante (1).

Os acidentes também envolvem busca e salvamento, no total já foram quatro casos registrados em 2018. Três deles foram resgates em altura e um relacionado a acidente de pesca. Trabalhadores também foram vítimas de incêndio, no total cinco envolvendo veículos.

ATENÇÃO AO USO CORRETO DO EPI

Segundo o 2.º tenente do Corpo de Bombeiros, Everton Luiz Ribas de Oliveira, a maioria dos casos poderia ter sido evitada. “São 28 casos neste ano, o que pode ser considerado um número alto. Alguns como resgate em altura, por exemplo, poderiam ter sido evitados, assim como acidentes com máquinas, mas também pode haver fatalidades”, explicou.

Segundo o tenente Ribas, não é de responsabilidade dos Bombeiros a fiscalização para evitar os acidentes de trabalho. “Nós trabalhamos com a segurança geral, de locais públicos e não de pessoas que estão trabalhando. Nós recomendamos sempre que seja utilizado o Equipamento de Proteção Individual (EPI) obrigatório. O trabalhador tem que estar treinado para usar e o equipamento em bom estado de conservação. Caso o trabalhador seja autônomo, ele é responsável pelo seu próprio zelo. No caso de empresas, é responsabilidade delas oferecer o EPI e supervisionar”, esclareceu.

Recentemente, um trabalhador que estava fazendo a limpeza na fachada de um prédio em Guaratuba caiu de uma altura de cerca de sete metros, foi socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. Foi constatado que ele utilizava todos os equipamentos de segurança, mas que um problema na amarração pode ter ocasionado a queda. No entanto, o acidente ainda está sendo investigado pelas autoridades.

“A maior parte dos problemas que temos em relação a acidente em altura são por falta de uso de EPI ou EPI contraindicado dependendo da altura que a pessoa vai se expor”, analisou o tenente Ribas.

Quem contrata o serviço de limpeza de prédios, por exemplo, também precisa ficar atento quanto à correta utilização de equipamentos de segurança do prestador de serviço. “Se a pessoa contrata alguém sem saber se há registro para realização do serviço ou condições, também tem responsabilidades”, alertou o tenente.

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