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Mulher

Apesar dos avanços, mulheres ainda são minoria na política

Doutora em educação destaca a importância da participação feminina no processo

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A participação feminina brasileira nas esferas do poder ainda é baixa, contudo vem em elevação e apresentando maior envolvimento nos últimos anos. Em 2010, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) promoveu uma reforma na lei, tornando obrigatória a proporção mínima de participação das mulheres em 30%. A professora Vanisse Simone Alves Corrêa é advogada, embora agora não esteja advogando por estar em dedicação exclusiva na Universidade Estadual do Paraná (Unespar), é pedagoga e mestre/doutora em Educação e ressalta a importância da participação ativa das mulheres em todos os setores e âmbitos, o que deve ocorrer também na política. “O número de mulheres envolvidas diretamente nas eleições participando como candidata tem crescido. O que está acontecendo é que as mulheres estão se conscientizando sobre a importância delas nesta questão política. A maioria da população é formada por mulheres”, observou. “Para se ter uma ideia, em termos nacionais, aproximadamente 90% dos profissionais da educação são mulheres. Cada vez mais as mulheres estão assumindo o papel de chefe de família e muitas hoje ganham mais do que os homens”, afirmou.

 

 

Dra Vanisse destacou que a valorização da mulher e a conscientização de que a política é uma atividade humana necessária estão atingindo as mulheres e elas estão se conscientizando sobre este aspecto. Infelizmente quando se fala em política nos últimos tempos, no Brasil, principalmente as novas gerações associam com a questão da corrupção e não é isso. A política é necessária, tudo advém das questões políticas, já corrupção é politicagem”, destacou.

Independente de se filiar a algum partido e se lançar candidata, a profissional ressaltou a necessidade de as mulheres estarem envolvidas com as decisões e com o ato de votar. “As mulheres estão se conscientizando cada vez mais em todos os campos. Dentro da Unespar, por exemplo, trabalhamos com política educacional, ou seja, não é partidária, mas é uma política de se colocar e saber que tudo vai depender da Legislação e todas as questões são políticas. As mulheres vêm percebendo que precisam não apenas concorrer aos pleitos, mas também votar e votar de maneira consciente”, frisou.

 

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