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Educação com Ciência

Graduada em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual do Paraná e Pedagogia pelo Instituto Superior do Litoral do Paraná. Experiência no exercício da docência da Educação Básica, em funções de Coordenação e Direção escolar. Especialista em Alfabetização, Neuropsicopedagogia e mestre pela Universidade Federal do Paraná. No doutorado atua em pesquisas voltadas à Neurociência da aprendizagem, na linha de Cognição, Aprendizagem e Desenvolvimento Humano...

Vivendo e aprendendo

21 de maio de 2019

Já parou para pensar quantas coisas aprendemos diariamente? Quanto evoluímos ao longo da vida? A capacidade humana de aprender é fascinante.

Aprender pode ser conceituado, de forma simples, como uma mudança duradoura de comportamento, obtido através do treino, da experiência ou da observação.

Primeiramente, é preciso dizer que para aprender é preciso querer aprender! Podemos estar frente a variadas possibilidades de aprendizagem e processos de ensino, no entanto, se não houver motivação ou vontade de mudar, a aprendizagem não acontece. Querer aprender com os erros e com os desafios da vida, implica ter coragem e aceitar de que não somos seres completos e perfeitos.  

Mas, será que todos aprendemos de forma igual e ao mesmo tempo? É claro que não. Assim como, cada cérebro organiza seu aprendizado de forma única, cada sujeito é único em seu tempo e maneira de aprender. Cada aprendiz tem sua individualidade intelectual sendo influenciada pelas emoções e meio social em que vive.

Visto que o ser humano possui capacidade de aprendizagem durante toda a vida, a infância apresenta-se como o período de maior potencial as aprendizagens.  Os neurocientistas comprovam que as experiências, nas etapas iniciais do desenvolvimento humano (pré-natal e primeira infância), exercem uma grande influência na estruturação e funcionalidade do cérebro, podendo, em alguns casos, deixar marcas permanentes em diferentes aspectos da vida adulta.

Em contexto educacional, o professor é coautor da aprendizagem dos alunos. Seu papel permite auxiliar a criança na construção diária do conhecimento e nas suas formas de aquisição.

Sob as bases da estimulação os professores criam modelos alternativos e possibilidades de o aluno aprender a aprender, ou seja, descobrir atitudes que o direcionem para sua melhor compreensão e forma de aquisição do conhecimento.

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