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Editorial

Vacina bivalente contra a Covid-19: ampliação dos imunizados beneficia a saúde e a vida de todos

O avanço do programa de imunização contra a Covid-19, com aplicação em brasileiros e paranaenses acima de 18 anos do imunizante bivalente, que possui proteção extra contra a variante Ômicron e suas subvariantes, é uma demonstração de responsabilidade do Poder Público diante da população. A saúde pública e o respeito à vida exigem atenção contínua, sem relaxamento, com responsabilidade, respeito à ciência e vacina no braço

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Na terça-feira, 25, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), anunciou a recomendação da aplicação da dose de reforço com a vacina bivalente contra o Coronavírus para todas as pessoas acima de 18 anos no Paraná. A medida ocorreu depois de orientação do Ministério da Saúde (MS) na segunda-feira, 24, por meio de normativa do Programa Nacional de Imunizações (PNI), autorizando a imunização com a vacina bivalente para todos os adultos no Brasil.

O avanço do programa de imunização contra a Covid-19, com aplicação em brasileiros e paranaenses acima de 18 do imunizante bivalente, que possui proteção extra contra a variante Ômicron e suas subvariantes, é uma demonstração de responsabilidade do Poder Público diante da população. A saúde pública e o respeito à vida exigem atenção contínua, sem relaxamento, com responsabilidade, respeito à ciência e vacina no braço.

No litoral, os municípios deverão, nos próximos dias, organizar a logística para aplicação da vacina bivalente da Pfizer, cada um com sua autonomia e respeito às determinações da Sesa e do MS. Cabe à população, assim como fez em outras atualizações da imunização do Coronavírus, fazer o seu papel e tomar a vacina, lembrando que foi exatamente ela que possibilitou que a pandemia fosse controlada e que a retomada pudesse ocorrer. 

Qual o requisito para tomar a vacina bivalente contra a Covid-19? Ter tomado pelo menos duas doses do esquema primário. Ou seja, a primeira e a segunda dose. Outro requisito importante para tomar a vacina: ser responsável consigo mesmo e coletivamente. Afinal, seguir acreditando em fake news de que o imunizante não salvou vidas, não garante proteção contra a doença e que traz malefícios, é desdenhar da ciência e não perceber a realidade que estamos vivendo após termos superado (graças à vacina) dois anos de pandemia com mortes contínuas em hospitais, crescimento de casos, isolamento e prejuízos econômicos e sociais. 

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