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Editorial

Eleições 2022 e o planejamento da Justiça Eleitoral

Alguns prazos começaram a valer no dia 1.º de janeiro, como a obrigatoriedade de registro de pesquisas eleitorais e a limitação de despesas com publicidade pelos órgãos públicos

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Neste ano, os brasileiros vão às urnas para escolher seus representantes nos cargos de presidente da república, governador, deputados federais e estaduais e senadores. Com o dia da votação marcado para 2 de outubro (e segundo turno no dia 30 do mesmo mês), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já publicou o calendário com os prazos para atender ao pleito.

As datas estipuladas visam organizar as eleições e estabelecer prazos para os políticos e partidos que queiram disputar um dos cargos e também para eleitores que desejam fazer a primeira via do título, transferir o título de origem, fazer alguma alteração nos dados ou resolver alguma outra pendência com a Justiça Eleitoral.

Os políticos que já ocupam algum cargo e tem o interesse de disputar as eleições concorrendo a outro, devem deixar suas funções até o dia 2 de abril, de acordo com informações divulgadas pelo TSE. Assim como os eleitores que possuem alguma pendência precisam procurar um Fórum Eleitoral, ou o atendimento on-line, para resolver sua situação até o dia 5 de maio.

Alguns prazos começaram a valer no dia 1.º de janeiro, como a obrigatoriedade de registro de pesquisas eleitorais e a limitação de despesas com publicidade pelos órgãos públicos.

Organizar todo o processo eleitoral até o dia da votação é uma tarefa árdua e que exige um grande trabalho que inicia no TSE, passa pelos Tribunais Regionais e chega até os fóruns eleitorais nos municípios. Envolve milhares de juízas e juízes eleitorais, dezenas de milhares de servidoras e servidores e milhões de colaboradoras e colaboradores, além da participação dos mesários.

O esforço é para que o pleito ocorra de forma transparente e segura a todos os envolvidos para que toda essa logística alcance o seu papel: o de fazer valer a democracia.