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Direito & Justiça

Botão do Pânico é expandido para versão digital no Paraná

Dispositivo foi instituído no Paraná a partir de lei proposta pela deputada Cristina Silvestri (Foto: Caio Budel)

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Botão do Pânico é expandido para versão digital no Paraná

Aprimoramento do botão o consolida como uma das políticas públicas mais importantes do Estado na proteção às mulheres

O dispositivo de segurança Botão do Pânico, instituído no Paraná a partir da Lei Estadual n.º 18.868/2016, proposta na Assembleia Legislativa do Paraná pela deputada Cristina Silvestri (CDN), foi atualizado para a versão digital e, em breve, deve começar a atender a todo o Estado. A nova versão está em fase de testes dentro do App 190, da Polícia Militar.

“Ver a expansão do Botão do Pânico, para mim, é motivo de muito orgulho. Principalmente por ter a certeza de que esta política pública efetivamente nos permite salvar vidas”, disse Cristina, que também é Procuradora da Mulher da Assembleia Legislativa do Paraná.

Atualmente, Londrina está sendo o município piloto para os testes do Botão do Pânico Digital. Depois desta fase inicial, o botão via app passará pelas correções necessárias e será disponibilizado para as demais Comarcas, trabalho que a procuradora da mulher Cristina Silvestri garante acompanhar de perto, através da Procuradoria da Mulher, para que, o mais rápido possível, todo o Paraná seja atendido pela nova funcionalidade.

A disponibilização do novo dispositivo digital para mulheres vítimas de violência segue o mesmo padrão da versão analógica dos botões: apenas mulheres com medida protetiva e com determinação judicial terão acesso liberado. A designação dos botões, em ambas as versões, é feita de acordo com o grau de risco que as vítimas correm.

“Agradeço à Coordenadoria da Mulher do Tribunal de Justiça, ao governador Ratinho Júnior, à Polícia Militar, em nome do Comandante Péricles, e à Secretaria de Segurança Pública, em nome do Coronel Marinho, as longas tratativas para que essa atualização do botão fosse possível. A nossa luta contra a violência doméstica e o feminicídio ganha mais este importante aliado”, finaliza Cristina.

Fonte: Alep

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