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Coronavírus

Anvisa diz que não há estudos conclusivos sobre necessidade da terceira dose da vacina

Pfizer e AstraZeneca solicitaram autorização para pesquisa clínica

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Na última semana, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou informe oficial que esclareceu que, até o presente momento, em todo o Brasil, não há nenhum estudo conclusivo sobre a necessidade da aplicação da terceira dose ou a chamada “dose de reforço” nos imunizantes autorizados contra a Covid-19 no País que estão sendo aplicados na população. A agência, até o momento, recebeu dois pedidos da AstraZeneca e Pfizer de autorização para estudar efeitos de uma dose adicional da vacina.

“A Anvisa esclarece que, até o momento, não há estudos conclusivos sobre a necessidade de uma terceira dose ou dose de reforço para as vacinas contra Covid-19 autorizadas no Brasil. As pesquisas são desenvolvidas pelos laboratórios farmacêuticos.  Até esta data, a Agência recebeu dois pedidos de autorização para pesquisa clínica que buscam investigar os efeitos de uma dose adicional do imunizante contra a Covid-19”, informa a agência.

Segundo a assessoria, a agência está acompanhando o contexto científico, com discussões, dados e publicações sobre surgimentos de novas variantes da Covid-19 e impacto na eficácia das vacinas. “Até agora, todas as vacinas autorizadas no Brasil garantem proteção contra doença grave e morte, conforme os dados publicados”, relata.

Estudos sobre terceira dose

O primeiro estudo foi protocolado em torno de uma possível terceira dose da Pfizer/BioNTech. Ele investiga os efeitos, a segurança e o benefício de uma dose de reforço da sua vacina, a Comirnaty. “Neste estudo, a dose de reforço da vacina da Pfizer será aplicada em pessoas que tomaram as duas doses completas da vacina há pelo menos seis meses”, completa.

“O estudo da Pfizer foi autorizado pela Anvisa em 18 de junho e a condução do estudo é de responsabilidade do laboratório”, afirma a Anvisa.

Outro estudo que foi registrado na Anvisa foi a do laboratório AstraZeneca, que inclusive “desenvolveu uma segunda versão da vacina que está em uso no país, buscando a imunização contra a variante B.1.351 do Sars-CoV-2, identificada primeiro na África do Sul”, informa. O estudo será patrocinado pela empresa AstraZeneca e a vacina será fabricada pela empresa Symbiosis Pharmaceutical Services sediada no Reino Unido. 

“Um dos braços do estudo prevê que uma dose da nova versão da vacina (AZD 2816) será aplicada em pessoas que foram vacinadas com duas doses da versão atual da AstraZeneca (AZD1222) ou duas doses de uma vacina de RNA mensageiro (RNAm) contra Covid-19. Nesse caso, o estudo prevê que essa dose adicional será aplicada em pessoas cujo exame e monitoramento não identificam a produção de anticorpos capazes de atuar contra o Coronavírus”, finaliza a Anvisa.

Com informações da Anvisa

Foto: Ilustrativa – Jonathan Campos/AEN

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