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Ciência e Saúde

Litoral tem 77 casos sendo investigados por Dengue

No Paraná foram 60 novos casos confirmados da doença

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Foto: Divulgação / Pixabay

Paraná tem aproximadamente 15 mil casos suspeitos de Dengue

Na terça-feira, 18, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) divulgou o Informe Epidemiológico n.º 21/2021-2022 sobre a situação da dengue em todo o Paraná. Segundo os dados técnicos, neste boletim o litoral paranaense não contabilizou casos confirmados de dengue, doença causada pelo mosquito Aedes aegypti. A análise abrange o período entre o dia 12 a 18 de janeiro.

Litoral 

Nos documentos anteriores, o litoral contabilizou nove casos de Dengue, sendo quatro infectados em Pontal do Paraná, três casos confirmados em Paranaguá e outros dois casos em Guaratuba. No recente boletim, novos casos positivos não foram registrados. 

O litoral do Paraná tem 77 casos em investigação da doença, sendo: Paranaguá (57); Pontal do Paraná (11); Guaratuba (5); Guaraqueçaba (3) e Matinhos (1).

O Informe Epidemiológico n.º 21/2021-2022 da Secretaria de Estado da Saúde indica que no litoral não há confirmações de febre Chikungunya e de Zika Vírus.

Paraná

De acordo com o boletim semanal da dengue divulgado pela Sesa, 60 novos casos foram registrados no Paraná, totalizando 673 infectados. Os dados são do novo período sazonal da doença, que iniciou no dia 1.º de agosto de 2021 e deve seguir até julho de 2022. “A Secretaria de Estado da Saúde registra aproximadamente 15 mil casos suspeitos no Paraná, com 4,48% de casos confirmados”, informou a Sesa.

Até o momento, 306 municípios registraram notificações de dengue, destes 112 confirmaram a doença, sendo que 80 municípios com casos autóctones, ou seja, a dengue foi contraída no município de residência. Há ainda, 2.329 casos em investigação e nenhum registro de óbito neste período.

Segundo informações do boletim, os sorotipos Denv1 e Denv2 circulam no Paraná, mantendo a mesma tendência observada no período epidemiológico anterior.

De acordo com a coordenadora de Vigilância Ambiental da Sesa, Ivana Belmonte, é imprescindível que nesse período de intensificação das chuvas e aumento das temperaturas, a população colabore na eliminação de potenciais criadouros.

“Um levantamento entomológico realizado pelos municípios no período de setembro até novembro de 2021, mostrou que lixo, pneus e demais materiais que acumulam água, representam 74% dos recipientes utilizados pela fêmea do Aedes aegypti para depositar seus ovos”, enfatizou.

Com informações da Sesa