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Cultuando

Ecos da Festa do Rocio

As multidões compostas de seres humanos de todas as idades que todos os anos acompanham as procissões é uma demonstração de que a grande maioria da nossa população é composta de criaturas conscientes.

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Está no final a festa anual em homenagem a Nossa Senhora do Rocio, a Santa Padroeira do Paraná. Com emoção acompanhamos cada momento dedicado à fé imorredoura devotada à querida Santa. Orgulhosos, constatamos a imensa quantidade de pessoas que se deslocaram das suas cidades para participarem de todas as etapas festivas. As missas realizadas na Igreja do Rocio renovaram a fé demonstrada pelos participantes. Inúmeros não contêm as lágrimas, dominados pela emoção. Nesses momentos sentimos a importância da fé. Esperamos com fé que o tempo ajude na participação de milhares de fiéis no aguardo das procissões de saída e retorno a Catedral.

As multidões compostas de seres humanos de todas as idades que todos os anos acompanham as procissões é uma demonstração de que a grande maioria da nossa população é composta de criaturas conscientes, orientadas a seguirem os caminhos do bem. São pessoas trabalhadoras, honestas que sabem conduzir suas vidas embaladas pelo amor, respeito aos seus semelhantes, dotes estes comprovados em momentos em que dobram seus joelhos em prece à Virgem do Rocio.

Lamentamos a vida levada pelos ímpios que talvez pela ausência da crença em seus corações, vagueiam sem destino, trombados pelo vício gerado pelas drogas. Quem nos dera pudéssemos influenciar, principalmente os jovens a mudarem a rota das suas vidas, trazendo-os para o abrigo da fé cristã – tão importante em nossos dias, protegidos pela nossa santa padroeira. Compete aos pais de família, aos professores orientarem as novas gerações a respeitarem as leis, não só as dos homens, mas também as de Deus.

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