Sob o Véu

ORIGEM DAS PALAVRAS – I – EXCERTOS

Professor Henrique José de Souza

cgvvogk

1

“Em todas as línguas existem raízes sânscritas e de outras línguas sagradas. Por exemplo: o MAN inglês, que serve para designar o homem, provém do MANAS (Pensamento, mental etc.) e MANU (o homem, como possuidor de mente, ou aquele que pensa, raciocina, etc.), ambos termos sânscritos. Desse mesmo étimo saiu o MAN germânico e o hoMEM do nosso idioma, todos para designarem o ser pensante. A mesma origem deve ser dada à palavra WOMAN (= mulher, em inglês) cuja antiga forma, ignorada pelos clássicos, foi NO-MAN, isto é, não homem. Várias outras línguas têm palavras derivadas do MANAS sânscrito, inclusive o latim – MENS, MENTIS.”

2

“Vários termos atualmente usados em diferentes línguas provêm do tibetano SHA, que significa REAL (tanto no sentido de realeza, como no de verdadeiro). No tibetano o termo SHAMANISMO designa a Magia Real, magia branca ou verdadeira (ao contrário de Camanismo, magia negra, como degenerescência daquela). Do termo SHA derivam: SHA ou XÁ (persa), TCHA, TZAR ou CZAR (russo), KAISER (alemão), CAESAR (latino) e CÉSAR (português). E até o KHAN mongol, usado por Genghis Khan e seus descendentes, designa também uma hierarquia real.”

3

“MARAJÓ quer dizer em tupi: ‘tirado ou arrancado do mar’, e também ‘anteparos, cercado’ etc. Seu significado estende-se ainda por línguas muito mais antigas, por exemplo: MARE, o mar, JO, GO, GOB etc., que inclui o hebreu, o sânscrito etc. Nesse caso, teríamos a tradução ao pé da letra: ‘O mar jina, fantástico etc.’. Do mesmo modo os termos MUISKA, MOSCA, MOISE, MOISÉS etc., que, no final de contas, se referem aos ‘Manus raciais’ até mesmo o último, ‘salvo ou arrancado das águas’.

4

“O nome do último imperador asteca, GUATIMAZIN, além das duas primeiras sílabas darem origem a GUATEMALA, GUIANA, GOIÁS etc., as duas últimas MAZIN para os já apontados de MAIZIN, MOZIN, MOISÉS, MOISES, MUISKA etc., entretanto, GUATIMAZIN significa em asteca: ‘o pele mourisca, pintada, rajada etc’.”

5

“PORTUGAL tanto vale por PORTO-GALO, GAULÊS etc., para onde o Manu UR- GARDAN conduziu um ramo celta, trazido de longínqua região, que foi devastada

muito propositadamente pelo fogo (UR), pois a umidade e as feras de semelhante região (RÛPA, em sânscrito: corpo etc., e no celta: RUPE, ROPE) concorriam para aniquilar seus habitantes. De UR (fogo) e ROPE (corpo, região, lugar, etc.) surgiu o termo EUROPA. O nome do Manu UR-GARDAN completa o sentido do que afirmamos: UR = fogo, e GARDAN ou GARDEN = éden, jardim, paraíso etc. – aquele que vem do lugar, da região devastada pelo fogo, ou seja, o Manu conduzindo seu povo para o litoral do continente.”

6

“O nome BRASIL vem de BADE-ZIR, BAAL-ZIR ou BAAL-ZIL, nome do Imperador Fenício que veio para estas plagas muito antes de Cabral… e que tentou fundar aqui dois impérios – um ao norte e outro ao sul – sendo este dirigido por seu filho Yet-Baal. Como marca de sua passagem por nossa terra, encontram-se as inscrições da Pedra da Gávea, decifradas por Bernardo da Silva Ramos, que dizem, segundo ele: “BADEZIR TIRO-FENÍCIO PRIMOGÊNITO DE YET BAAL”, mas, em verdade, conforme afirmamos: YET-BAAL TIRO-FENÍCIO PRIMOGÊNITO DE BADEZIR”.

7

“Temos dito que o termo LOHENGRIN se decompõe em LOHAN, CHOHAN (SWEEN, SWAN, SLOAN etc., que em vários idiomas significa CISNE) e GRIN ou JIN, JINA etc., com o sentido de JÊNIO ou GÊNIO CELESTE. Daí designar ele: O CISNE CELESTE, a AVE DE HAMSA dos hindus, o DHYAN CHOAN ou Cisne Sagrado das tradições orientais. Nas lendas nórdicas ou escandinavas, aproveitadas por Wagner em sua monumental obra, Lohengrin é o ‘Cavaleiro do Cisne.”

o – O – o


Fique bem informado!
Siga a Folha do Litoral News no Google Notícias.

Você também poderá gostar