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Semeando Esperança

Vida Saudável

O Evangelho deste domingo – Mateus 18, 21-35 – propõe a vivência do perdão

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Sim, é possível renovar a esperança

Quantos quilos você emagreceu? Que dieta você seguiu? Custou quanto? Essas podem ser algumas das perguntas que surgem diante da proposta de uma vida saudável.  A elas se une a expectativa de que tudo aconteça com o mínimo de esforço e o máximo de eficácia. Tal “receita” – que seria mágica – prescreve necessariamente a reeducação alimentar, assumida com disciplina pessoal. “Disciplina? Então, isso não é para mim”, dirão muitas pessoas, desistindo antes mesmo de tentarem. Contudo, como diz a canção, “disciplina é liberdade”.

Desse modo, é possível perceber paulatinamente que a reeducação para uma vida saudável não se reduz ao modo de “comer”. Ela inclui o que “nutre” cada dia a vida de uma pessoa e lhe confere um estilo de vida. Diz respeito também a duas atitudes que fazem um bem imenso à própria pessoa e à relação com os outros: perdoar e agradecer. A educação para o perdão e para a gratidão forma o coração da pessoa, seja ela religiosa ou ateia. Contudo, aqui me expresso a partir da minha experiência, a cristã. 

O Evangelho deste domingo – Mateus 18, 21-35 – propõe a vivência do perdão. Ele “é necessário, diz Pagola, para conviver de forma saudável: na família, onde o atrito da vida cotidiana pode gerar frequentes tensões e conflitos; na amizade e no amor, onde se deve saber agir ante humilhações, enganos e infidelidades possíveis; em múltiplas situações da vida, nas quais temos de reagir ante agressões, injustiças e abusos. Quem não sabe perdoar pode ficar ferido para sempre”. Mas, e a raiva? É o perdão que faz a raiva – reação saudável de irritação diante de uma ofensa, agressão ou injustiça – não desembocar no ódio, no ressentimento, nem na vingança, planejando a destruição de quem ofendeu, agrediu ou foi injusto. Mas é possível ser uma pessoa reconciliada consigo mesma, capaz de levar vida saudável. Josefina Bakhita é um exemplo. Ainda criança, no Sudão, foi capturada e vendida por mercadores de escravos negros. Conheceu o sofrimento das torturas infligidas aos escravos. Em Veneza, Itália, foi-lhe anunciado Jesus Cristo, a quem ela aderiu pelo batismo, aos 21 anos.  Nela, a experiência do amor de Deus foi maior do que a dor e o medo que marcaram sua vida. Destacam-se nela a perseverança na oração e o amor aos pobres. Morreu em 1947. Seu nome significa “afortunada”. Em Paranaguá existe uma paróquia dedicada a Santa Josefina Bakhita. 

E, para falar sobre gratidão – atitude que nasce daqueles pequenos “obrigado” que uma criança aprende a dizer – quero referir-me ao Padre José Miguel de Oliveira, que neste domingo, dia 13, completará 40 anos de Padre. A simplicidade, o espírito de serviço e o amor ao estudo da Bíblia marcaram sua vida e, por isso, a vida das pessoas que o conheceram e a da Diocese de Paranaguá, conquistando-lhe muitos amigos. Agradecidos, celebraremos com ele a missa das 19h, na Catedral. Em respeito às restrições desse tempo de pandemia, para que mais pessoas possam unir-se a ele, a missa será transmitida on-line. Parabéns ao nosso querido Padre José.

Enfim, que tal assumir (ou reassumir) esse estilo de vida saudável? Reeducação alimentar, prática de exercícios físicos, boas leituras e boas músicas e, claro, o cultivo de um coração que saiba perdoar e agradecer integrarão esse estilo de vida. Poderá ser uma adesão concreta ao cuidado com a vida, que “setembro amarelo” propõe.

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