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Paraná Produtivo

Pesquisa e inovação

O Paraná vai se transformar em um polo de pesquisa, desenvolvimento e inovação do Grupo Positivo

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O Paraná vai se transformar em um polo de pesquisa, desenvolvimento e inovação do Grupo Positivo. A companhia confirmou a implantação de uma base em Curitiba com foco no estudo e na descoberta de novas plataformas e produtos tecnológicos. Além disso, a empresa anunciou a reformulação da Positivo Distribuidora, concentrando as importações a partir dos portos e aeroportos paranaenses. O investimento somado é de R$ 23,6 milhões. O presidente da Positivo Tecnologia, Hélio Rotenberg, explicou que o investimento será dividido. A maior parte, de R$ 20 milhões, será aplicada no centro de pesquisa. O restante, de R$ 3,6 milhões, vai reformular a área de distribuição da empresa. A intenção, disse o executivo, é centralizar no Paraná a logística do grupo.

Invest Paraná
A Invest Paraná, agência de promoção e prospecção de novos negócios do Governo do Estado, foi indicada como uma das melhores agências de Desenvolvimento e Atração de Investimentos da América Latina. A entidade é finalista do 2020 Awards Programme, prêmio concedido pela CFI.co (Capital Finance International) a indivíduos e organizações que contribuíram com a convergência da economia e com a construção de valores para o progresso mundial, como descreve a publicação, uma das mais importantes do mundo no setor financeiro e de investimentos. De janeiro de 2019 a outubro de 2020, a Invest Paraná contribuiu com a atração de 164 empreendimentos, que se instalaram no Paraná com apoio do programa de incentivos fiscais do Governo do Estado.

GNV no Paraná
Com a redução da tarifa do gás natural canalizado no Paraná, a Compagas (Companhia Paranaense de Gás) registrou, em setembro, um aumento de 6% no consumo do Gás Natural Veicular (GNV) no Estado. A alta é comparada ao mês de agosto e justificada pela gradual retomada econômica e pela queda do valor do combustível para o consumidor final. Para incentivar este mercado, a Compagas reduziu em 13,29% as tarifas de gás e tem sugerido que seja praticado um preço de R$ 2,899 por metro cúbico. Com um metro cúbico de GNV é possível rodar mais quilômetros do que com um litro de etanol ou gasolina – a rentabilidade pode chegar a 50%. Um carro médio roda na cidade cerca de 14 quilômetros com um metro cúbico de gás natural, enquanto com 1 litro de álcool o veículo percorre em média 7 km.

Exportações de café
Em setembro deste ano, o Brasil exportou 3,8 milhões de sacas de café, considerando a soma de café verde, solúvel e torrado & moído. O volume representa a maior quantidade de café brasileiro exportado para o mês e um aumento de 8,6% em relação a setembro de 2019. A receita cambial gerada pelas exportações chegou a US$ 458 milhões, um aumento de 3,6% em relação ao mesmo período do ano passado. Na conversão em reais, a receita foi equivalente a R$ 2,5 bilhões, crescimento de 35,7% em relação a setembro de 2019. Já o preço médio da saca de café foi de US$ 120,7/saca. Os dados são do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé). O total de café exportado no ano civil (janeiro a setembro de 2020) foi de 30,5 milhões de sacas, com receita cambial de US$ 3,9 bilhões, equivalente a R$ 19,6 bilhões. A receita representa crescimento de 31,7% ante o período de janeiro a setembro de 2019.

Minério de ferro
A média de embarques de minério de ferro do Brasil por dia recuou 11,3% até a segunda semana de outubro, ante o ritmo registrado no mesmo mês de 2019, para 1,37 milhão de toneladas, conforme dados do Governo Federal divulgados na terça-feira, 13, contrariando tendência positiva dos últimos meses. Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), as exportações de minério acumulam 9,63 milhões de toneladas na parcial de outubro.

Ovos in natura
Os embarques de ovos in natura, que já estavam em baixos patamares, tiveram novo recuo em setembro, registrando o menor volume desde maio de 2006, conforme dados da Secex compilados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Universidade de São Paulo. As exportações já foram a alternativa do setor para escoar parte da produção, enquanto neste ano, a drástica redução dos embarques reforça o cenário de oferta elevada, que vem pressionando as cotações internas desde maio. Em setembro, o Brasil exportou 50,1 toneladas de ovos in natura, volume 27,4% abaixo do registrado em agosto e ainda 63,3% menor que a quantidade embarcada em setembro de 2019. No mercado interno, a forte onda de calor entre o fim de setembro e o início de outubro resultou no aumento da mortalidade das poedeiras nas principais regiões produtoras.

Serviços no Brasil
O volume do setor de serviços no Brasil teve alta de 2,9% em agosto deste ano, na comparação com o mês anterior. Essa é a terceira alta consecutiva do indicador, que acumula ganhos de 11,2% no período. Os dados foram divulgados na última quarta-feira, 14, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em sua Pesquisa Mensal de Serviços. As altas vieram depois de quatro taxas negativas, ocorridas entre fevereiro e maio deste ano, principalmente por conta da pandemia de covid-19. Naquele período, houve uma perda acumulada de 19,8%. Apesar dos ganhos em relação a julho, em agosto foram registradas perdas de 10% na comparação com agosto do ano passado, de 9% no acumulado do ano e de 5,3% no acumulado de 12 meses.

Desemprego recua
O medo do desemprego caiu em setembro, segundo pesquisa divulgada na última quarta-feira, 15, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O levantamento foi feito com duas mil pessoas em 127 municípios entre 17 e 20 de setembro. Os números mostram que o Índice do Medo do Desemprego somou 55 pontos em setembro, contra 58,2 pontos no mesmo mês de 2019 e 56,1 pontos no final do ano passado. Quanto menor o indicador, menor é o medo do desemprego. A pesquisa é trimestral, mas a CNI informou que as edições de março e de junho deste ano foram canceladas devido à pandemia de covid-19. De acordo com a CNI, entre os motivos para a queda do índice estão as medidas de proteção do emprego adotadas pelo governo, o auxílio emergencial e a retomada gradual das atividades comerciais e produtivas dos últimos meses.

Comércio entre Brasil e EUA
Um levantamento divulgado na última quarta-feira, 14, pelo jornal Valor Econômico aponta que o comércio entre o Brasil e os Estados Unidos caiu ao menor nível em 11 anos. A soma de exportações e importações recuou 25% no acumulado de janeiro a setembro, para US$ 33,4 bilhões. O resultado foi influenciado principalmente pela queda de 31,5% no embarque de produtos nacionais para o mercado norte-americano. A maior fatia (87,2%) é de itens da indústria de transformação, como petróleo e combustíveis derivados. Já a entrada de mercadoria dos EUA no país caiu 18,7%. Diante do cenário, a Câmara Americana de Comércio (Amcham Brasil) projeta um déficit entre US$ 2,4 bilhões e US$ 2,8 bilhões para este ano no comércio bilateral – o maior dos últimos cinco ou seis anos.

Peste suína
Mais dez casos de peste suína africana em javalis, em Brandemburgo, na Alemanha, foram confirmados na última segunda-feira, 12, pelo Ministério da Alimentação e Agricultura do país, totalizando 65 animais infectados. Os javalis foram encontrados em área central da região, o que mostra que a doença caminhou da zona rural e mais afastada para o centro urbano. O laboratório nacional de referência – o Instituto Friedrich Loeffler (FLI) – que detectou a doença nas amostras correspondentes, informou que dos dez animais, oito javalis foram encontrados no distrito de Oder-Spree e dois no distrito de Spree-Neisse. Usando drones, o governo encontrou javalis mortos no distrito de Märkisch-Oderland no fim de semana – e suspeita que a morte pode ter sido causada pela doença -, mas os exames ainda não foram feitos.

Coluna publicada simultaneamente em 20 jornais e portais associados. Saiba mais em www.adipr.com.br.