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Educação com Ciência

Avaliação escolar

A avaliação escolar é uma prática comum e muito antiga, com aplicabilidade de aproximadamente 500 anos.

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A avaliação escolar é uma prática comum e muito antiga, com aplicabilidade de aproximadamente 500 anos. Os exames realizados em ambiente escolar passaram por significativas mudanças ao longo do tempo. No princípio, tinha como único objetivo a repreenda e a exclusão.

Em 1930, o educador Ralph Tyler, preocupado com a situação de reprovação que ocorria na época, onde de 100 crianças que adentravam a escola, 70 delas eram retidas, iniciou uma profunda discussão sobre o real objetivo dos exames escolares, resultando numa nova sistematização da avaliação escolar. 

Hoje, a avaliação ainda é tema atual e recorrente nos cursos de graduação e formação de professores.

O sistema de ensino, seja ele público ou particular, deve priorizar o aprendizado do educando. Provas rígidas e engessadas em nada acompanham este objetivo, pois têm na classificação e na sustentação da aprovação ou reprovação o seu único cerne. 

Para o nível da Educação Infantil são criados procedimentos de acompanhamento do trabalho pedagógico e do desenvolvimento das crianças com idade entre 0 e 5 anos, sem o objetivo de seleção ou promoção para séries seguintes.

Ao demais níveis de ensino, a legislação, por meio da Lei de Diretrizes e Bases, discorre sobre a avaliação em seu artigo 24, inciso V: “a avaliação do desempenho do aluno deve ser contínua e cumulativa com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do período sobre os de eventuais provas finais”.

Avaliações são necessárias, tanto para o aluno, quanto ao professor, pois serve como instrumento de reflexão ao processo de ensino e aprendizagem, permitindo que o professor repense em seus métodos, quando averiguado o insucesso do (s) aluno (s).