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Ciência e Saúde

Paraná tem um município em epidemia e oito em alerta para a dengue

As informações relacionadas ao controle vetorial comprovam que 77,5% dos criadouros estão nos imóveis comerciais e domiciliares (Foto: Divulgação)

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Boletim semanal registra 454 casos confirmados da dengue no Estado

O município de Inajá (Noroeste) está em situação de epidemia de dengue, de acordo com o Boletim Epidemiológico divulgado na terça-feira, 24, pela Secretaria de Estado da Saúde. Segundo cálculo da secretaria, a incidência acumulada desde o final de julho na cidade aponta 322,27 casos por 100 mil habitantes. São dez casos autóctones confirmados. Outros oito municípios paranaenses estão em situação de epidemia – Uraí, Santa Izabel do Ivaí, Florestópolis, Jesuítas, São Carlos do Ivaí, Floraí, Indianópolis e Flórida.

“O combate à dengue deve ser feito diariamente e precisamos da participação ativa da população na eliminação dos criadouros do mosquito transmissor da dengue”, destaca o secretário estadual da Saúde, Beto Preto. “Os municípios estão aplicando várias estratégias de combate à proliferação do mosquito, mas o apoio de cada paranaense é fundamental na luta contra a dengue”. Ele reforçou que é essencial deixar os quintais e terrenos livres de recipientes que acumulam água e lixo.

O boletim semanal registra 454 casos confirmados da dengue no Estado. São 100 casos a mais que na semana anterior. As 22 Regionais de Saúde do Estado apresentam notificações. O Paraná soma 4.084 notificações. Os dados são referentes ao monitoramento realizado entre 28 de julho de 2019 até a segunda-feira, 23 de setembro.

As informações relacionadas ao controle vetorial comprovam que 77,5% dos criadouros estão nos imóveis comerciais e domiciliares, em recipientes que acumulam água parada, como vasos de plantas, garrafas, plásticos, sucatas, materiais de construção, fontes ornamentais, entre outros. “Temos bastante preocupação em relação à mudança da estação. A primavera indica dias quentes e chuvosos, clima propício para o aumento do número de criadouros e de pessoas contaminadas, caso não intensifiquemos as ações preventivas de eliminação dos focos”, destaca a coordenadora de Vigilância Ambiental da secretaria, Ivana Belmonte.

Segundo ela, o ciclo do mosquito é rápido. “Entre depósito do ovo pela fêmea do mosquito, à transformação em larva e, depois em mosquito, o período é de apenas uma semana. Basta deixar água parada acumulada para que o mosquito se prolifere”.

CHIKUNGUNYA

O boletim mostra, ainda, dois casos confirmados de chikungunya no Estado, nos municípios de Araucária e Maringá. São casos importados, ou seja, as pessoas adquiriram a doença passando por outras regiões do País. Um foi contraído em Arapiraca, Alagoas, e o segundo em João Pessoa, na Paraíba.

 

AEN

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