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Semeando Esperança

A alegria de amar!

Tal aspiração vale também para a vida de fé e a espiritualidade.

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Progredir, dar passos, caminhar juntos! Esse desejo habita o coração de homens e mulheres de todos os tempos. Tal aspiração vale também para a vida de fé e a espiritualidade. A cada domingo, que inicia uma nova semana, abre-se para nós essa possibilidade de crescimento, pois nos é dada uma Palavra dos evangelhos para nos guiar.

Jesus, na véspera de sua execução, celebrou a Ceia com seus discípulos. Judas saiu, com a decisão trágica de entregar seu Mestre. Aos outros, Jesus começou a falar com ternura, desejoso de que suas palavras e gestos fossem gravados em seus corações, dando-lhes um testamento: “Eu dou a vocês um mandamento novo: amem-se uns aos outros. Assim como eu amei vocês, vocês devem se amar uns aos outros” (Jo 13,34).

Mandamento novo? Mas, qual seria a novidade se o amor ao próximo é proposto pelas religiões e também por muitos filósofos? Atenção! A novidade está no fato de Jesus se apresentar como modelo: amar como Jesus amou. Não mais “amar como a si mesmos”, mas com o modo próprio de Jesus; amor-ágape que se revela na doação, na entrega de si mesmo pela pessoa amada. “Não existe amor maior do que dar a vida pelos amigos. Vocês são meus amigos”, diz Jesus (Jo 15,13-14).

Amar uns aos outros como amigos e amigas.Entre os amigos, ninguém se coloca acima de ninguém, mas, pelo contrário, na relação de amizade, se valoriza a igualdade, a proximidade, a solidariedade, o apoio e a colaboração mútua. A pessoa amiga cuida da pessoa amada. É preciso estar atento para que a raiz da ambição e da superioridade não se desenvolva e destrua a amizade. Para isso, o estilo de amar como Jesus é o remédio eficaz: “Eu não vim para ser servido, mas para servir e dar a vida”.

A amizade não fecha as pessoas entre si, mas as deixa livres, abertas aos demais que ainda não são seus amigos e amigas. Desse ar puro, dom do Espírito Santo, é que temos necessidade, pois oxigena nossas relações familiares e sociais (vizinhança, escola, trabalho, diversão), e gera comunidades abertas, nas quais as pessoas mais frágeis e esquecidas começam a contar, a serem importantes, a receberem atenção e cuidados. Jesus ensinou – e ensina! – seus discípulos a sentar-se com pecadores, com excluídos e desprezados.

Penso que cabe muito bem concluir esses pensamentos com um texto do Papa Francisco, na EvangeliiGaudium, 101: “Como nos faz bem, apesar de tudo amar-nos uns aos outros! Sim, apesar de tudo! A cada um de nós é dirigida a exortação de Paulo: ‘Não te deixes vencer pelo mal, mas vence o mal com o bem’ (Rm 12,21). E ainda: ‘Não nos cansemos de fazer o bem’ (Gl 6,9). Todos nós provamos simpatias e antipatias, e talvez neste momento estejamos chateados com alguém. Pelo menos digamos ao Senhor: ‘Senhor, estou chateado com este, com aquela. Peço-Vos por ele e por ela’. Rezar pela pessoa com quem estamos irritados é um belo passo rumo ao amor, e é um ato de evangelização. Façamo-lo hoje mesmo. Não deixemos que nos roubem o ideal do amor fraterno!”

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