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Polícia

Polícia Civil aponta ligação de assassinatos com autoria de crimes sexuais

Corpo decapitado foi reconhecido no IML.

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Na quinta-feira, 8, por volta das 9h, a Polícia Militar do Paraná foi acionada por moradores no bairro Beira Rio que teriam avistado um corpo decapitado boiando no Rio Emboguaçu. A vítima foi identificada pelo Instituto Médico Legal (IML) na sexta-feira, 9, como Osmar Teixeira Policarpo, morador no Emboguaçu, de 35 anos. Este é o segundo caso de homens que foram encontrados degolados em Paranaguá entre o final de outubro e início de novembro, algo que pode ter sido cometido por um assassino em série.

A Polícia Civil de Paranaguá destaca a possibilidade de um grupo "serial killer" e relata que os dois homicídios podem ser relacionados ao cometimento de crimes sexuais. 

O último crime ocorreu na Rua Tupinambá, onde, do outro lado da margem da Rua Tupinambá, foi encontrado o corpo de Osmar Policarpo, sem a cabeça, que não foi encontrada, e com perfurações nos braços possivelmente por faca e um cadarço enrolado nas mãos da vítima. Com a ajuda de uma embarcação do Corpo de Bombeiros, equipes das Polícias Militar e Civil, Criminalística e IML atravessaram o rio e, depois do trabalho de perícia, recolheram o corpo, que foi identificado por familiares na sexta-feira, 9.

Outro caso de decapitação aconteceu no dia 25 de outubro, onde a vítima Josemar Martins dos Santos, de 31 anos, morador no Emboguaçu, que só foi identificado posteriormente ao achado do corpo, foi encontrado boiando no Rio Emboguaçu na região do Porto dos Padres na Rua Pedro da Silva. O homem foi encontrado no final da manhã por pescadores, sem a cabeça, que também não foi encontrada, com o tórax aberto e com perfurações de facas pelas pernas. Os familiares de Josemar conseguiram identificar a vítima por causa da tatuagem em um dos braços.

As semelhanças nos dois homicídios se devem ao fato dos corpos terem sido encontrados no mesmo rio, sem as cabeças, que não foram encontradas, e com os membros superiores ou inferiores perfurados por possivelmente uma faca.

DELEGADO RESSALTA QUE MODUS OPERANDI É IGUAL NOS DOIS ASSASSINATOS

Em entrevista à imprensa, o delegado-adjunto da 1.ª Subdivisão Policial (1.ª SDP) de Paranaguá, Nilson Diniz, relata que os dois homicídios cometidos "com o mesmo modus operandi e isso está sendo levado em consideração", acrescenta.

"Estamos realizando oitivas com diversas testemunhas. Já temos uma linha de apuração com o fato de que a vítima mais recente estaria sendo investigada pelo crime de estupro e pode ser que isso tenha motivado a morte", completa, ressaltando que o rapaz encontrado morto em outubro também teria acusação de violência sexual.

“Nós achamos difícil ser um serial killer porque as vítimas não tinham um porte pequeno, então não seria fácil para só um suspeito fazer tudo sozinho. Isso, no entanto, precisa ser confirmado", afirma Diniz, destacando que os suspeitos devem ser localizados nos próximos dias e que a Polícia Civil trabalha com a hipótese de um a quatro autores dos homicídios em questão, entretanto, o caso ainda precisa ser apurado.

Diniz afirma que o autor ou os autores teriam como "assinatura", ou seja, modus operandi para identificação a separação do corpo da cabeça como forma de passar mensagem de quem cometesse crime sexual teria como consequência este tipo de morte violenta. A 1.ª SDP segue investigando o caso.

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