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Polícia

Esvaziamento das celas pode indicar novas operações da Lava Jato

Os presos na 55ª fase da Operação Lava Jato serão transferidos da sede da Polícia Federal, em Curitiba.

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Os presos na 55ª fase da Operação Lava Jato serão transferidos da sede da Polícia Federal (PF), em Curitiba, para o Complexo Médico-Penal de Pinhais, na região metropolitana.

O esvaziamento das celas pode indicar novas operações na próxima semana, após a eleição de domingo. O pedido foi feito pela PF, que alegou limitação de espaço na carceragem da superintendência, no bairro Santa Cândida, que atende apenas presos provisórios.

O grupo vai para o espaço onde hoje se encontram os ex-deputados federais Eduardo Cunha e André Vargas e o ex-presidente da Petrobras Aldemir Bendine.

Relembre o Caso

A Polícia Federal realizou a 55ª fase da Operação Lava Jato, batizada de Integração II. O foco das investigações são casos de corrupção ligados à concessão de rodovias federais no Paraná, que fazem parte do chamado Anel da Integração.

Foram expedidos 73 mandados de busca e apreensão, três de prisão e preventiva (sem data para terminar) e dezesseis de prisão temporária. A ação ocorreu nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Paraná.

Segundo a PF, com a primeira etapa da Operação Integração foi possível identificar a existência de núcleos “que atuavam de forma criminosa para explorar e obter benefícios indevidos a partir dos contratos de concessão de rodovias federais no Paraná”. Esses grupos eram: politico, composto por “altas autoridades” do governo do Paraná que beneficiavam as concessionárias e realizavam influência política nos órgãos técnicos; técnico, no qual atuavam agentes públicos, ligados às empresas contratadas, que elaboravam aditivos contratuais fraudulentos, planilhas e que “fiscalizavam as obras para poder obter mais propina”; empresarial, formado por funcionários, diretores e presidentes das concessionárias; e o núcleo de operadores financeiros.

Os investigados estão respondendo pelos crimes de corrupção ativa, corrupção passiva, fraude a licitações, lavagem de dinheiro e associação criminosa.

De acordo com Hélio Ogama, também colaborador da operação, Luiz Fernando Wolf de Carvalho, dono da Triunfo e preso preventivamente, solicitou que ele fizesse “pagamentos extraordinários” de propina relacionados à CPI do Pedágio e ao TCE após decisão tomada em reunião de acionistas das concessionárias em São Paulo.

 

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