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Mulher

Médico ressalta benefícios da pílula anticoncepcional

Entre eles está a independência da mulher, que pode escolher quando engravidar

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A partir da década de 1960, as mulheres deram um passo à frente na conquista da independência. Foi neste ano que surgiram as pílulas anticoncepcionais, que mudaram a forma da mulher se comportar frente à maternidade. O fato foi determinante para que elas tivessem autonomia de se dedicar primeiro à carreira profissional para depois escolher se terão filhos ou não.

O médico obstetra Dr. Antonio Marinho Falcão Neto frisou que as pílulas anticoncepcionais devem ser indicadas pelo médico, pois é ele que poderá analisar a situação de cada paciente e prescrever a melhor, frente a tantas opções disponíveis no mercado.

 

 

Entre o maior benefício da mulher com o uso da pílula é a independência de escolher o seu melhor momento para engravidar. “Elas podem ter o bebê quando elas quiserem, quando acharem necessário, isso dá um protagonismo para a mulher, não engravidam sem querer”, disse.

“De forma geral, o anticoncepcional oral é o mais comum, mais usado no mundo e, entre os mais eficazes, é o que menos oferece efeitos colaterais. As duas principais contraindicações são doenças hepáticas (do fígado), histórico de trombose e doenças ligadas à coagulação”, esclareceu Dr. Falcão. Nestes casos, o médico deverá avaliar qual outro método contraceptivo é o mais indicado. Mulheres com HIV, com algum tipo de infecção e endometriose, por exemplo, as pílulas também não são indicadas.

Na maturidade, o método não é contraindicado. “Mulheres acima de 40 anos podem tomar, desde que não haja doenças. Apesar de muitas comprarem no balcão da farmácia sem receita, o indicado é ver sempre com o médico para ver se a dose está boa”, ressaltou.

Entre as diversas opções de pílulas anticoncepcionais presentes no mercado, há variações de dosagem e tipos de hormônios. “Geralmente para pacientes mais jovens é indicada uma quantidade de hormônio menor e depende, principalmente, do efeito biológico. Algumas têm náuseas, a menstruação vem fora de hora, quando é assim mudamos a medicação”, explicou Dr. Falcão.

 

RISCOS

Apesar de muito se ouvir falar dos riscos causados pela pílula, o médico afirmou que há muitos anos o medicamento protege contra a fertilidade. “Tomar por muitos anos não causa infertilidade. Se uma mulher faz o uso corretamente, se é saudável e se está em uma faixa etária legal, se ela parar de tomar o anticoncepcional, no outro mês ela já estará fértil”, salientou. A explicação do médico faz jus ao alto índice de mulheres hoje que optaram por esse método contraceptivo.

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