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Infraestrutura

Inclusão da Avenida Ayrton Senna como trecho pedagiado ainda depende de estudo

“Qualquer definição será tomada após a conclusão dos estudos das Concessões de Rodovias Paranaenses, cuja ordem de serviço foi assinada na semana passada”, informa a assessoria do DER-PR sobre a entrada de Paranaguá na Avenida Ayrton Senna

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Segundo DER-PR, procedimento de estudo técnico será realizado em nove meses e embasará novas concessões no Paraná

No dia 13 de setembro, foi assinada uma ordem de serviço que inicia estudos para as novas Concessões de Rodovias Paranaenses, algo feito conjuntamente entre União e Governo do Estado com um novo programa de concessões de trechos pedagiados no Paraná, chegando, inclusive, ao litoral, com licitação de 4,1 mil quilômetros de estradas estaduais e federais até 2021. A expectativa é que o estudo fique pronto em nove meses e, entre as alterações, uma delas poderá ser a inclusão da Avenida Ayrton Senna, na entrada de Paranaguá, como trecho pedagiado, via federal que atualmente necessita de melhorias que poderiam ser feitas com inclusão de seus seis quilômetros no Anel de Integração. 

Segundo o secretário de Infraestrutura e Logística do Paraná, Sandro Alex, a intenção é criar um modelo diferente do que não deu certo no Paraná em torno dos trechos pedagiados. "Por isso estamos junto com o Governo Federal e temos a certeza de que vamos fazer o melhor e mais transparente modelo de concessões. Nesta nova modelagem, teremos mais obras e uma menor tarifa para o usuário, ponto que é a maior cobrança do governador Ratinho Júnior”, explicou. “Possivelmente será o maior lote de concessões do Brasil”, complementou.

“O motorista paranaense pode esperar, principalmente, muito investimento e uma rodovia muito melhor, com uma tarifa menor”, afirma Roger Silva Pegâs, diretor de Transporte Rodoviário da Secretaria Nacional de Transportes Terrestres. Pêgas ainda destaca que a redução no preço do pedágio acontecerá devido à retirada de disfunções de contratos antigos, feitos em 1997, que são vigentes até hoje nos trechos pedagiados no Paraná. “Hoje a gente trabalha com modelagem mais moderna, melhores análises e nossa expectativa é tarifas com valores menores que os praticados no Paraná, já que alguns deles são os maiores do País”, explica.

“O Governo Federal investiu R$ 60 milhões neste projeto e acredita fortemente que haverá redução de mortes e acidentes nas rodovias e uma tarifa menor, além de qualidade maior no nível de serviço da rodovia”, ressalta Arthur Lima, diretor-presidente da Empresa de Planejamento e Logística S.A. (EPL),   responsável pela realização dos estudos de viabilidade. “Trabalhamos com prazo de nove meses para concluir os estudos”, destaca.

O diretor-geral do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER-PR), Fernando Furiatti, afirma que após a nova concessão o Paraná será destaque na qualidade de suas rodovias. “A gente vem ao longo dos anos sendo atendido por um modelo antigo e caro. Esta nova modelagem trará inovação, com uma qualidade de rodovia muito superior ao restante do Brasil e com uma tarifa justa, o que hoje nós não temos no Paraná”, afirma.

Segundo o Governo do Estado, os contratos com as atuais concessionárias foram assinados em 1997 e se encerram em 2021. "O polígono geométrico interliga Curitiba, Ponta Grossa, Guarapuava, Cascavel, Foz do Iguaçu, Campo Mourão, Maringá, Paranavaí, Londrina e Paranaguá", informa a assessoria, o que demonstra que o litoral do Paraná está incluso no chamado Anel de Integração que será remodelado.

AVENIDA AYRTON SENNA

Segundo a assessoria do DER-PR, a inclusão da Avenida Ayrton Senna, a principal porta de entrada de Paranaguá, no Anel de Integração das concessionárias, algo que não ocorre atualmente, visto a situação precária da via, dependerá exatamente do estudo a ser feito pelo Estado e União nos próximos nove meses. "Qualquer definição será tomada após a conclusão dos estudos das Concessões de Rodovias Paranaenses, cuja ordem de serviço foi assinada na semana passada. Eles devem ser realizados ao longo de nove meses e irão embasar as novas concessões quanto a trechos contemplados, tarifas praticadas e obras planejadas", finaliza.

*Com informações da AEN e DER-PR

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