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Fábio Campana

Convenção do PT

A ideia é reunir os principais líderes e a militância em um ato para marcar o início da campanha.

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O PT quer realizar em Curitiba a convenção nacional do partido, em 4 de agosto, com lançamento de Lula como candidato ao Planalto. A ideia é reunir os principais líderes e a militância em um ato para marcar o início da campanha. E os petistas querem transformar em comício o registro da candidatura na Justiça Eleitoral no dia 15. Ministros do TSE já declararam que Lula é inelegível pela lei da Ficha Limpa. Contudo, a estratégia do PT é manter o nome do ex-presidente em alta até o último momento.

Lula e as não-novidades

Depois do rolê pela carceragem da Polícia Federal em Curitiba, as excelências do Senado contaram que as condições são boas, que Lula está magro e saudável, que considera injusta sua prisão e que continua a acreditar que será inocentado.  Em resumo, os recursos públicos empregados na visita não trouxeram novidades para o público.

Lula é cliente para muitos advogados
Os advogados não precisam brigar. Com o número de rolos em que Lula está metido tem espaço para todo mundo. O PT estuda dividir as alas dos doutores. A primeira rodada de composição da árvore da defesa chegou a essa conclusão:
– O ex-presidente do STF, Sepúlveda Pertence, ficaria com os tribunais superiores.
– Cristiano Zanin e trupe, com a primeira e a segunda instâncias.
– Eugênio Aragão e Luiz Fernando Pereira continuarão contando com a ‘turma do deixa disso’ nos embates na atuação na Justiça Eleitoral.

Quem dá mais?
Partidos do Centrão, que já sabem que as chances são mínimas na disputa presidencial, começam uma espécie de leilão para que as outras siglas recebam seus apoios. Entre os leiloeiros estão o PRB, Solidariedade, PR e DEM. Quem oferecer mais leva, ou seja, apoio a candidatos de cargos menores, ou até mesmo promessas de secretarias e ministérios.

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