O Parque Nacional do Superagui, no litoral do Paraná, protege a maior população do mico-leão-da-cara-preta (Leonthopitecus caissara), espécie endêmica da região. A unidade de conservação ainda não possui infraestrutura instalada para a recepção de visitantes, mas o acesso aos locais tradicionalmente visitados é permitido e não há cobrança de ingressos.
A maior porta de entrada do parque é a comunidade da Barra do Superagui, onde está localizada uma base do ICMBio, que funciona em horário comercial.
A base funciona em horário comercial e fica a aproximadamente 1 quilômetro do local de desembarque na ilha, próxima à entrada da trilha de acesso à Praia Deserta.
A comunidade possui várias pousadas e campings.
Atrações naturais e culturais
As Ilhas do Pinheiro e Pinheirinho, integrantes do parque, são um dos dormitórios mais importantes do papagaio-da-cara-roxa ou chauá (Amazona brasiliensis), também ameaçado de extinção. Os botos (Sotalia guianensis) podem ser vistos por toda a região, com destaque para as águas calmas próximas à Ilha das Peças.
A raia jamanta (Manta birostris) pode ser avistada saltando para fora d’água no verão e no outono, principalmente entre janeiro e abril.
No entorno do parque podem ser visitadas diversas cachoeiras no rio Sebuí. Existem passeios para as cachoeiras a partir da Comunidade de Sebuí e também na RPPN Sebuí. O fandango caiçara pode ser conhecido em visitas aos Museus Vivos do Fandango, uma iniciativa do IPHAN.
Dentre os Museus Vivos do Fandango destacam-se o Bar Akdov na Vila do Superagui e as comunidades do Abacateiro-PR e Ariri-SP.
História e comunidades tradicionais
É possível conhecer em Barbados alguns dos descendentes e as ruínas da casa de Willian Michaud (1829 – 1902), um pintor suíço que morou em Superagui. Também podem ser observadas ruínas de edificações da época da colonização suíça na comunidade de Barbados e na Colônia Velha.
Para visitar as comunidades tradicionais e interagir com os moradores nativos, é sugerido o acompanhamento de um guia ou condutor de visitantes local.
Com informações do ICMBio




