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Polícia

PCPR prende mulher suspeita de cometer crimes sexuais contra as filhas, em Morretes

De acordo com os dados levantados pela PCPR, a mulher investigada gravava vídeos de estupro e com conteúdo pornográfico envolvendo suas filhas

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Foto: Divulgação PCPR

Nesta quinta-feira, 29, uma mulher foi presa preventivamente pela Polícia Civil de Morretes, em virtude de uma investigação que foi deflagrada no dia 13 de junho de 2023, quando a polícia civil tomou conhecimento de possíveis casos de abuso sexual dela com suas filhas, ambas menores de 18 anos.

A partir das informações iniciais, foi iniciada uma investigação minuciosa sobre os crimes. Em uma fase inicial, foi cumprido um mandado de busca e apreensão domiciliar em 13 de julho de 2023, com o objetivo de reunir evidências sobre os delitos. 

Durante a execução da busca, o celular da investigada foi apreendido e submetido a perícia técnica. O conselho tutelar e o CREAS de Morretes também auxiliaram nas investigações com a realização de relatórios de acompanhamento e escuta especializada.

De acordo com os dados levantados pela PCPR, a mulher investigada gravava vídeos de estupro e com conteúdo pornográfico envolvendo suas filhas e possivelmente comercializava o conteúdo pornográfico em plataformas online privadas, e realizava transmissões por vídeo em ligações telefônicas com consumidores desse conteúdo.

Segundo o Delegado da PCPR, André Rosa Silva, encarregado das investigações, o caso é de extrema complexidade, tendo em vista envolver pornografia infantil dentro de um ambiente familiar. Com base nos diversos elementos obtidos durante a investigação e considerando a gravidade dos acontecimentos, foi possível a prisão preventiva da mulher, que já não detém a guarda dos filhos. Ela foi formalmente indiciada pelos crimes de estupro e estupro de vulnerável, além dos crimes previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente de produzir, distribuir e vender material pornográfico envolvendo crianças.

Além disso, o Delegado ressaltou que com o avançar das apurações, é possível que os consumidores desse material sejam identificados e uma investigação deflagrada para apuração dos crimes de pedofilia, previstos no ECA.

A mulher foi presa pela polícia civil de Morretes e conduzida ao presídio de Paranaguá.

Comunicação PCPR

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