Greca demonstra sua grandeza paranista ao colocar o interesse do Estado acima das vaidades pessoais e aceitar ser vice de Sandro Alex em um projeto de união política e desenvolvimento.
Há momentos em que a política deixa de ser apenas disputa eleitoral e passa a representar um sentimento coletivo. Rafael Greca (MDB) demonstra sua grandeza paranista ao escolher o Paraná antes de qualquer projeto pessoal. Ao aceitar ser vice de Sandro Alex (PSD), coloca sua história, seus símbolos e suas raízes a serviço de um projeto de governo. E há uma pergunta que merece ser feita!
-Quantos líderes seriam capazes de abrir mão de protagonismo para construir uma união maior pelo Estado?
Ratinho Junior entrou em campo, conduziu conversas, aproximou lideranças e fez os ajustes necessários para formar um time politicamente forte, capaz de apresentar ao eleitor uma proposta de continuidade, união e desenvolvimento.
📲 Clique aqui para seguir o canal da Folha do Litoral News no WhatsApp.
O Paraná é movido por sentimento, símbolos e raízes profundas. Rafael Greca carrega esses três atributos como poucos. Sua presença não é apenas eleitoral. Greca representa memória, identidade e pertencimento. Ao lado de Sandro Alex, a composição ganha dimensão política e simbólica.
Mas o que o eleitor paranaense espera de seus líderes é mais uma disputa de egos ou a capacidade de construir um projeto comum?
Enquanto essa aliança busca pacificar forças e fortalecer o Estado, Sérgio Moro (PL) terá de enfrentar o desafio de explicar ao eleitor suas escolhas, suas contradições e uma trajetória política marcada por mudanças de posição, além das alianças que atacou recentemente como Jair Bolsonaro e Valdemar Costa Neto, figuras que já foram alvo de fortes críticas em diferentes momentos.
No fundo, a questão é simples, o Paraná precisa de uma candidatura construída para governar ou de uma candidatura construída para alimentar uma aventura eleitoral?
A aliança entre Sandro Alex e Greca se apresenta como uma candidatura que veio para fortalecer o Paraná e não se aventurar num oportunismo político. É uma escolha que tenta transformar diferenças em convergência, experiência em projeto e identidade paranaense em força política. Porque, quando o Estado está em primeiro lugar, a grandeza de um líder não está em ocupar o centro do palco, mas em saber quando é hora de construir um palco maior para todos.
O Paraná não precisa de vaidades em guerra; precisa de lideranças em paz para construir o seu futuro.





