Há fotografias que registram um encontro. E há fotografias que contam uma história. A mesa formada na convenção do MDB tem esse segundo significado.
Rafael Greca, Ratinho Junior, Darci Piana, Álvaro Dias, Eduardo Pimentel, Orlando Pessuti e outras lideranças históricas do MDB não estavam ali apenas para cumprir um ritual partidário. A imagem traduz uma convergência política que reúne diferentes gerações, trajetórias e formas de fazer política em torno de um projeto para o Paraná.
Com os apoios formais de MDB, PP, União Brasil, PSDB, Cidadania e Republicanos à candidatura de Sandro Alex, o arco de alianças do PSD ganha musculatura política, presença municipal e, principalmente, uma narrativa capaz de dialogar com diferentes segmentos do eleitorado.
Mas há algo que números, estruturas partidárias e tempo de televisão não conseguem produzir sozinhos que é memória afetiva.
E é exatamente nesse território que Rafael Greca entra como uma peça de enorme significado. Sua trajetória está ligada à memória de Curitiba e do Paraná. Seu jeito de fazer política, sua capacidade de comunicação e sua identificação com o Estado criam uma ponte emocional com um eleitor que também vota carregando lembranças, histórias e vínculos.
Greca entrega à aliança algo que uma composição exclusivamente administrativa talvez não conseguisse alcançar, um bem imaterial que é a alma política.
Ao lado dele, está a força de um grupo que tem como principal ativo a experiência de gestão construída durante os governos de Ratinho Junior. Obras, investimentos, infraestrutura, equilíbrio fiscal, modernização administrativa e capacidade de articulação formam a base objetiva de uma narrativa de continuidade.
É aí que Sandro Alex cresce.
Ele representa a passagem entre aquilo que o Paraná construiu e aquilo que ainda precisa construir. Uma candidatura capaz de apresentar continuidade sem significar acomodação; experiência sem significar passado; renovação sem romper com aquilo que deu resultado.
A equação política é poderosa. A gestão de Ratinho Junior, a experiência de Greca, a força municipal dos partidos aliados e uma nova liderança para conduzir o próximo capítulo.
O Paraná já demonstrou que consegue crescer quando a política deixa de ser apenas disputa e passa a ser instrumento de construção.
Por isso, a imagem dessa mesa talvez tenha um significado maior do que parece.
Ela representa a possibilidade de um Paraná que não precisa escolher entre experiência e renovação, entre memória e futuro, entre gestão e emoção. Pode reunir tudo isso.
O Paraná não precisa de uma política de trincheiras ideológicas. Precisa de uma política de construção.
E se a grandeza de uma liderança também se mede pela capacidade de colocar o Estado acima das próprias vaidades, a presença de Greca ao lado desse grupo simboliza justamente isso que diferentes histórias colocando-se a serviço de uma história maior.
A história de um Paraná que quer continuar avançando.
Alexandre Curi, pelo peso institucional, capacidade de articulação e diálogo entre diferentes forças políticas, é um ativo fundamental para consolidar essa união e transformar uma ampla aliança em um projeto ainda mais forte, coeso e competitivo para o Paraná.
Unido. Em paz. Com experiência. E, sobretudo, com coragem para transformar o desenvolvimento conquistado em futuro.





