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Editorial

Dezembro Vermelho: conhecimento e prevenção

Além de todos os preparativos para as festividades de fim de ano, o mês de dezembro também é voltado para conscientização sobre o HIV e outras infecções sexualmente transmissíveis. A campanha Dezembro Vermelho, a conscientização sobre o assunto e a divulgação sobre o tratamento são assuntos importantes, já que cerca de 920 mil pessoas no Brasil vivem com o HIV. A campanha também reforça a luta pelo fim do preconceito contra os portadores do vírus e as pessoas que desenvolveram a AIDS.
O município de Morretes, no litoral do Estado, tem um evento sobre a campanha marcado para o próximo dia 15, com o mote “o diagnóstico pode permitir uma vida normal e longa, o preconceito não”.
Atualmente, o País possui tratamentos eficientes que reduzem a carga viral e permitem que os portadores levem uma vida sem transtornos. Embora esses tratamentos sejam de conhecimento da população, muitos deixam de fazer o teste por vergonha e, assim, também não procuram pelos medicamentos e acompanhamentos oferecidos gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (Sus).
De acordo com o Ministério da Saúde, mais de um milhão de pessoas vivem com o HIV hoje no Brasil, sendo que 64% dos infectados já sofreram algum tipo de discriminação.
Tão importante quanto divulgar essas informações e quebrar esse preconceito, é trabalhar a prevenção. O tema não está tão presente na mídia como antigamente e, portanto, campanhas como o Dezembro Vermelho é uma maneira de dar destaque ao assunto e incentivar a prevenção, especialmente o uso de preservativos para evitar essa e outras doenças sexualmente transmissíveis.
Que neste mês as equipes de saúde consigam conscientizar mais pessoas, de todas as faixas etárias, para alertar sobre os índices que são expressivos e merecem atenção

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editorial

Além de todos os preparativos para as festividades de fim de ano, o mês de dezembro também é voltado para a conscientização sobre o HIV e outras infecções sexualmente transmissíveis. A campanha Dezembro Vermelho, a conscientização sobre o assunto e a divulgação sobre o tratamento são assuntos importantes, já que cerca de 920 mil pessoas no Brasil vivem com o HIV. A campanha também reforça a luta pelo fim do preconceito contra os portadores do vírus e as pessoas que desenvolveram a AIDS.

O município de Morretes, no litoral do Estado, tem um evento sobre a campanha marcado para o próximo dia 15, com o mote “o diagnóstico pode permitir uma vida normal e longa, o preconceito não”. 

Atualmente, o País possui tratamentos eficientes que reduzem a carga viral e permitem que os portadores levem uma vida sem transtornos. Embora esses tratamentos sejam de conhecimento da população, muitos deixam de fazer o teste por vergonha e, assim, também não procuram pelos medicamentos e acompanhamentos oferecidos gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (Sus).

De acordo com o Ministério da Saúde, mais de um milhão de pessoas vivem com o HIV hoje no Brasil, sendo que 64% dos infectados já sofreram algum tipo de discriminação.

Tão importante quanto divulgar essas informações e quebrar esse preconceito, é trabalhar a prevenção. O tema não está tão presente na mídia como antigamente e, portanto, campanhas como o Dezembro Vermelho é uma maneira de dar destaque ao assunto e incentivar a prevenção, especialmente o uso de preservativos para evitar essa e outras doenças sexualmente transmissíveis.

Que neste mês as equipes de saúde consigam conscientizar mais pessoas, de todas as faixas etárias, para alertar sobre os índices que são expressivos e merecem atenção.

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