O Museu de Arqueologia e Etnologia da UFPR (MAE) da Universidade Federal do Paraná (UFPR) mantém suas portas abertas durante todo o ano, recebendo excursões escolares, turistas e parnanguaras que buscam o espaço para conhecer as exposições e o próprio prédio histórico. Durante a temporada de verão, muitos turistas que visitam Paranaguá e o litoral passam pelo MAE para conferir suas exposições.
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Ao longo do ano, o ingresso no museu ocorre pela rua XV de Novembro, mas no período do verão, durante a temporada, a entrada principal passa a ser em frente à Praça de Eventos. “A Praça de Eventos é também um importante ponto de concentração de turistas e moradores em momentos de lazer. Por isso, o museu passa a atender pela chamada ‘porta de baixo’, facilitando o acesso e promovendo uma maior integração com a praça e outros locais de interesse público”, explica Wesley Ventura, secretário do museu.

Grande procura
Ventura comemora a procura intensa de visitantes neste verão. “Apenas nos primeiros dias de 2026, em cerca de 15 dias de funcionamento, o MAE já recebeu quase 2.400 visitantes”, salienta.
Atualmente, o museu abriga a exposição “MAE 60 Anos”, que apresenta a história do museu ao longo das últimas seis décadas. Os visitantes ainda podem conferir a mostra “Mbya Nhande Arandu”, que retrata o cotidiano e algumas curiosidades do povo Mbya Guarani, indígenas da região litorânea e a exposição “Romaria Caiçara do Divino Espírito Santo”, que aborda a tradição centenária da procissão com a bandeira do Divino em todo o território caiçara. “Além disso, o museu conta ainda com a exposição permanente sobre os sambaquis e uma exposição temporária de quadros de um artista plástico indígena”, acrescenta o secretário.

Dias e horários
O Museu atende ao público de terça a domingo, das 8h às 20h. A visitação é gratuita. Outros serviços, como ensaios fotográficos, por exemplo, estão sujeitos à taxação.
“O prédio em si é uma atração à parte: uma construção do século XVII, única no sul do Brasil, com três pavimentos e ainda aberta à visitação. É uma relíquia da arquitetura jesuítica, que guarda muitos segredos ao longo de seus mais de três séculos de existência”, finaliza Wesley Ventura.





