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Coronavírus

Equipe técnica do HRL faz balanço e fala da estrutura do espaço

Local possui ala com 10 leitos de cuidados avançados e 10 intermediários

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A equipe técnica do Hospital Regional do Litoral (HRL) reuniu a imprensa na tarde de segunda-feira, 29, e fez um balanço da atual situação em relação ao Coronavírus. Na ocasião, o diretor da unidade, Giovani Souza, juntamente com as responsáveis pela equipe médica e de enfermagem (Lúcia Eneida, Valeska Folmann Caxambu e Thaissa Duque), abordou questões importantes sobre os atendimentos.

Nas últimas 24 horas, foram registrados dois óbitos decorrentes da Covid-19, e a cidade de Paranaguá chegou aos 312 casos; e esta situação deixou a população em alerta, aumentando a necessidade de colocar em prática as medidas anunciadas pela Organização Mundial de Saúde. O diretor do HRL, Giovani Souza, destacou a estrutura da casa hospital, que é uma referência na região.

“O nosso hospital atende todos os sete municípios, mas algumas cidades têm seus atendimentos de emergência. Guaratuba, por exemplo, tem o atendimento de urgência e emergência, em que os pacientes fazem uma primeira triagem e precisando de um atendimento de urgência mais complexo eles são encaminhados para cá. Temos UTI que presta atendimento ao paciente clínico geral e temos a UTA, Unidade de Cuidados Avançados, a qual atende o paciente com suspeita de Covid-19. Nós também criamos um centro de operações especiais que se reúne toda quarta-feira de manhã e, nessa reunião, nós estruturamos ações. Nesse sentido podemos citar ainda o apoio dos empresários ligados ao Porto, os quais colocaram um recurso à disposição”, ressaltou.

A Dra. Lucia Eneida, diretora técnica do HRL, ressaltou a questão da estrutura oferecida. “Nós atendemos os pacientes de uma forma geral. Focamos no paciente e não no município, olhamos o diagnóstico. Se houver necessidade, a gente conversa com o comitê de operações especiais da Regional de Saúde, o qual se reúne toda semana. A gente já tem um plano de ação pronto para uma situação de necessidade de atendimento e quando temos uma necessidade maior do que a capacidade o nome disso é catástrofe, então nós temos baseado no sistema de comando de incidentes. A gente já tem tudo mapeado, o número de leitos, respiradores, monitores e ambulâncias no litoral. Todo esse sistema é integrado e pode funcionar junto. Inclusive nós fomos a primeira Regional do Estado que se mobilizou para não ter um sistema de comando de incidentes funcionando todo esse tempo e sendo preparado e sendo modelo para outras Regionais.