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Editorial

Crianças como agentes de transformação social

Iniciativas como essas fazem toda a diferença quando se trata de educação humanizada.

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Enxergar e acreditar nas crianças como agentes de transformação social. Esse tem sido o foco de ações desenvolvidas pelo município de Paranaguá, através da rede municipal de ensino. Exemplos claros estão em campanhas como “Minha casa é um exemplo”, em que os estudantes realizam dentro de seus lares hábitos preventivos em relação à proliferação do mosquito da dengue; “Educação pela Paz, construindo lares sem violência” – onde se abordou em sala de aula o respeito aos direitos humanos e inspiração à comunidade escolar na prática da não violência contra a mulher e “É doando que se vive”, de conscientização sobre a doação de órgãos. Esses dois últimos colocados em prática, respectivamente, em idealização e parceria do Tribunal de Justiça e Ministério Público do Paraná.

Iniciativas como essas fazem toda a diferença quando se trata de educação humanizada. Isso porque nos tempos atuais, as disciplinas em salas de aula não podem mais se basear apenas em teorias de livros, mas em assuntos de impacto social. Nessa linha, ontem, foi lançado o projeto “Velha Infância”, idealizado pelo Ministério Público, através da 4.ª Promotoria de Justiça, com o apoio da Prefeitura de Paranaguá.

O objetivo do projeto é integrar os alunos da rede municipal com os abrigados do Lar de Idosos Perseverança. Através da campanha, que promove o respeito aos idosos, as crianças passarão a conhecer os direitos e realidade dos mesmos.

Sem dúvidas, a ação transformará não apenas a vida dos idosos, como dos estudantes e de quem participar da campanha. Afinal, o respeito e a educação andam juntos quando se trata em formação de cidadania.

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