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Cultura Viva

maio

Estamos entrando no quinto mês do ano. Aproxima-se nova estação: o inverno.

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Estamos entrando no quinto mês do ano. Aproxima-se nova estação: o inverno. Lamentável é a constatação do vazio vivido por nós, brasileiros, no tocante à solução dos problemas políticos que vêm se arrastando sem perspectiva de soluções. Esse imbróglio da Lava Jato, Petrobrás e tantas outras notícias de corrupção e desvios certamente serão diluídos como espumas levadas pelo vento. Mas maio é um mês especial, porque é considerado como o mês das noivas e, acima de todas as comemorações, concentra o Dia das Mães. Nos corações humanos maio reacende a chama da alegria que se traduz nas manifestações de carinho para festejar a criatura mais importante do universo: Mãe. Só quem já não conta com ela a seu lado pode bem avaliar a perda que sofreu. É ela quem apoia os primeiros passos infantis e acompanha o nosso caminhar de adultos com o mesmo carinho e o mesmo sobressalto. É dela que vem o primeiro aplauso para o nosso sucesso. E a primeira lágrima para o nosso fracasso. Quantas vezes já adultos, se a traição da vida nos lança a sua teia de humilhação ou de dor, sentimos o ímpeto de correr para o seu colo para buscar conforto no seu calor sincero. Mãe, bom seria que os embates da vida não houvessem desgastado a generosa camada de amor, ternura e confiança com que nossa mãe nos envolveu. Seríamos com certeza melhores, mais compassivos, menos violentos, mais altruístas. Infelizmente a luta pela vida transforma em competidores aqueles que nasceram irmãos. Por que, mãe, em seu nome não se romperam todas as barreiras que separam as criaturas da bondade, da justiça, do perdão, do amor? Mãe, querida, esqueça que cresci, veja-me outra vez sua criança, conte-me estorinhas que me faziam acreditar num mundo encantado. Mãe, deixe-me repetir mil vezes entre lágrimas de gratidão: Deus a abençoe, mãe adorada.

 

Ivone E. Marques

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