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Valmir Gomes

GENINHO E RIVA DÃO AULA

Assisti à reprise da grande final de 2001 entre Atlético 1 X 0 São Caetano, uma sacada muito boa da RPC para o público do futebol, saudoso de uma partida.

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Assisti à reprise da grande final de 2001 entre Atlético 1 X 0 São Caetano, uma sacada muito boa da RPC para o público do futebol, saudoso de uma partida. Confesso: muita coisa daquele fantástico jogo para os Fanáticos eu já não lembrava.  Dou exemplos a perfeita arbitragem de Carlos Simon, a grande atuação do Adriano Gabiru, tomou conta da meia cancha, a qualidade do Esquerdinha do São Caetano. Entretanto, dois fatos foram marcantes, a perfeita estratégia tática do técnico campeão Geninho, segurança defensiva e contragolpes sempre perigosos. Além da intensidade do jogo, estávamos em 2001, entretanto as equipes correram e jogaram como se fosse hoje. Como esquecer dos dois preparadores físicos, Riva de Carli, o querido professor Riva do rubro-negro, e o competente Flávio Oliveira do São Caetano. Riva e Flávio, qualidade pura, anteciparam a intensidade do futebol sem perder a qualidade. Verdadeira aula do Geninho e do Riva, duas lendas vivas do futebol brasileiro.

O EXEMPLO DO COLEGA MURA-MURA

Gente, amanhã, quarta-feira, o querido Mura-Mura vai fazer aniversário. Ao invés de festejar com sua família, vai passar o dia trabalhando em um ato de solidariedade. Estará no Aviário do Japa, na Rua Conselheiro Correia, 1455 no Bockmann, arrecadando doações para o motoboy Maxsuell, que perdeu as duas pernas em um acidente de trânsito tempos atrás. Os nossos queridos leitores que quiserem ajudar o Maxsuell devem entrar em contato com o Mura-Mura pelos telefones (41) 99998-2203 ou (41) 98501-5804. Quem não puder ir até o local da arrecadação, teremos também a ajuda dos colegas Motoboys, que irão até você buscar a referida doção. Maxsuell, um dia vou tomar um café contigo. Golaço do Mura-Mura.

OS AMIGOS

Gente, antes da pandemia, ficávamos um tempo sem visitar ou falar com algum amigo ou parente. Quando lembrava, pensávamos, amanhã ou depois eu falo com ele ou ela. Os dias iam passando e a gente até esquecia do fato. Agora presos em casa, a saudade do contato pessoal com os entes queridos aflora na nossa memória. O que está acontecendo com você acontece comigo também, fico a pensar por que não visitei determinado parente ou amigo? Nestas circunstâncias, pelo menos telefone para sua mãe diariamente, para sua irmã ou irmão, para os seus amigos de vez em quando, afinal graças a Deus estamos com saúde. Às vezes, um simples “oi como vai?” faz você feliz o dia inteiro. Outra coisa: perdoem para serem perdoados. Vai fazer bem. Sou exemplo disto.

RACHADINHA NO FUTEBOL

Outro dia li com atenção os problemas que o Cruzeiro de Minas Gerais está passando, investigado pelo Polícia de Belo Horizonte com acompanhamento do Ministério Público, há fortes indícios de rachadinha no clube. Parece que este sistema chegou ao futebol, num passado recente a ex-diretoria do Internacional teve problemas similares, ainda não bem resolvidos. Na velha administração da CBF todos sabem o que aconteceu, tem ex-presidente preso até hoje no exterior por problemas similares. Definitivamente, a rachadinha chegou ao futebol. Lamentável.

OS HERÓIS DA CONQUISTA

Assistindo à reprise do jogo de domingo na RPC, lembrei alguns jogadores do Atlético sem h, o antigo campeão brasileiro. Vamos à escalação, Flávio, o pantera no gol. Três zagueiros, Rogério Correia, Nem, Gustavo, os laterais Alessandro e Fabiano. No meio Kleberson, Cocito, (Pires) Adriano Gabiru. Alex Mineiro e Kleber Pereira (Souza). Os heróis do último jogo e da grande conquista.