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Pensar Verde

Carnaval sustentável

A cada ano vemos mais presente a discussão sobre como termos uma festa mais sustentável

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Nesta época do ano devemos trazer a discussão sobre o carnaval sustentável. Esta festa que teve origem na Europa, chegou ao Novo Continente e tornou-se rapidamente uma festa popular. Momento de descontração e alegria, há até uma piada de mal gosto que diz que o Brasil só começa a funcionar após o carnaval. Mal gosto porque sabemos que nós brasileiros não temos descanso para trabalhar e pagar os boletos que não param de chegar. Mas vamos focar na festa e suas consequências ambientais. 

De norte a sul do Brasil vemos que esta festa é comemorada por milhões de foliões. A cada ano vemos mais presente a discussão sobre como termos uma festa mais sustentável. É fato que muitos materiais utilizados em fantasias e adereços são recicláveis. Vemos isso nas Escolas de Samba do Rio de Janeiro por exemplo. Uma série de materiais são guardados após as festividades para utilização futura não só na mesma Escola mas também na comercialização com outras instituições de outros estados. Lembro de uma vez conversar com um amigo, integrante de Escola de Samba de Curitiba e ouvi o relato de que parte do material que seria utilizado na capital paranaense tinha sido utilizado tanto no carnaval paulistano quanto carioca em anos anteriores. Temos então um belíssimo exemplo de Economia Circular. 

Em várias cidades vemos os famosos Blocos de Carnaval. Assisto já há alguns anos o uso de materiais recicláveis em diversos deles acompanhando temáticas ambientais como preservação de florestas, poluição e rios, mares e atmosfera. É fato que a população tem utilizado a grande festa popular como um instrumento de educação ambiental. 

E o folião? Aquele indivíduo que se pergunta como pode contribuir para um carnaval sustentável. O que pode fazer? Geralmente as festas possuem gestão dos resíduos. Levar os seus resíduos até os locais adequados que separam plásticos, papéis, metais, vidros e resíduos orgânicos. Aí também precisamos da colaboração tanto de órgãos públicos quanto privados para que esta gestão ambiental seja realizada. Todos precisamos fazer a nossa parte e “pular” o carnaval com muita alegria, respeito e também muita sustentabilidade. 

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