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Paraná Produtivo

BRF vai paralisar frigorífico

A BRF vai paralisar temporariamente, a partir de 16 de novembro, os abates de frango na unidade de Carambeí, no Paraná

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A BRF vai paralisar temporariamente, a partir de 16 de novembro, os abates de frango na unidade de Carambeí, no Paraná. A informação foi divulgada na segunda-feira, 19, pelo site da revista “Globo Rural”. O abatedouro de Carambeí exporta para o Oriente Médio, região onde a demanda de carne de frango caiu em meio aos impactos da pandemia sobre o turismo de destinos como Dubai. Entre janeiro e setembro, os embarques da carne de frango brasileira para os Emirados Árabes Unidos caíram 15,7%, de acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) compilados pelo Ministério da Agricultura. De acordo com a BRF, a unidade ficará parada, com os funcionários em férias coletivas, entre 16 de novembro e 5 de dezembro.

Comércio exterior

A Fiep, por meio do Centro Internacional de Negócios (CIN) promove, no dia 27 de outubro, a capacitação empresarial em Comércio Exterior, como foco em Negociação Internacional. O curso é dirigido a empresários e profissionais que precisam se qualificar para negociar com parceiros comerciais que atuam fora do Brasil. Serão abordados os princípios da negociação, considerando ambientes internacionais e interculturais. A negociação em um novo ambiente de negócios, os principais tipos de abordagens de negociação, as estratégias para o planejamento, execução e avaliação de negociações fazem parte do conteúdo. Mais informações: (41) 3271-9109 (WhatsApp), [email protected] e (41) 3271-9101 (WhatsApp), [email protected]

Consumo de trigo

O crescimento do consumo de pães, massas e biscoitos durante a pandemia aumentou em 15% a demanda por trigo no Brasil. É o que aponta levantamento da Abimapi (Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados). Com o bom momento do cereal no mercado nacional, o Paraná, maior produtor brasileiro de trigo, projeta uma safra recorde, entre 3,2 e 3,3 milhões de toneladas colhidas em 2020 – um aumento de 76% em relação ao ano passado. Dono da maior capacidade de moinhos instalada no País, com cerca de 60 unidades, o Estado é responsável por quase 50% de todo o trigo produzido e possui alguns dos maiores players do setor alimentício.

Trigo gaúcho

O Rio Grande do Sul, segundo maior fornecedor de trigo do Brasil após o Paraná, deverá ter uma quebra de safra de pelo menos 30% ante as expectativas iniciais, com a produção deste ano estimada em cerca de 2 milhões de toneladas, afirmou a Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado (FecoAgro/RS). A colheita do trigo segue em andamento no Rio Grande do Sul, com regiões de clima mais quente, como as Missões, já tendo colhido cerca de 50% da área. No Estado, aproximadamente 20% da lavoura havia sido colhida até a semana passada, segundo a Emater-RS.

Mercosoja 2021

A Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) é uma das mais antigas parceiras da Coopavel na realização do Show Rural. Em visita ao coordenador do evento Rogério Rizzardi, pesquisadores da Embrapa confirmaram a participação da empresa no Show Rural Coopavel 2021 e aproveitaram para falar do lançamento e realização do 9.º Congresso Brasileiro de Soja/Mercosoja 2021, um dos maiores eventos técnicos nacionais sobre uma das principais commodities produzidas no País. O evento organizado pela Embrapa será realizado em Foz do Iguaçu no período de 28 de junho a 1.º de julho de 2021.

Setor aéreo

O Brasil fechou o terceiro trimestre com queda de 76% no número de passageiros, quando comparado ao mesmo período do ano passado — ainda que setembro tenha registrado o melhor desempenho desde o início da pandemia. Segundo dados disponibilizados no site da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), foram 7,2 milhões de passageiros entre julho, agosto e setembro de 2020, enquanto os mesmos meses do ano passado marcaram quase 30,5 milhões. Só em setembro deste ano, 3,2 milhões de passageiros passaram pelos aeroportos do País. É uma queda de 67% em relação ao mesmo mês do ano passado, mas superior à marca de agosto em quase 900 mil.

Carros mais caros

Ficou mais caro comprar carro em setembro. É o que indica uma pesquisa divulgada na última terça-feira, 20, pela KBB Brasil com 18.470 versões de veículos de todas as marcas. O maior avanço foi registrado nos carros novos, que tiveram alta média de 1,93% no mês passado. Já os seminovos (carros usados fabricados a partir de 2017) ficaram 1,28% mais caros. Os veículos usados tiveram reajuste médio de 1,13% no período. Entre os veículos novos, as categorias utilitárias tiveram avanço maior nos preços. Picapes (8,15%), Minibus (5,46%) e Furgão (5,10%) registraram as maiores altas nos preços. Fiat e Caoa Chery tiveram as maiores altas no preço médio cobrado por todos os modelos novos das montadoras em setembro.

Confiança da indústria

O Índice de Confiança da Indústria brasileira teve uma alta de 4 pontos na prévia de outubro, na comparação com o número consolidado de setembro. Com isso, o indicador chegou a 110,7 pontos, o maior patamar desde abril de 2011 (111,6 pontos), segundo informou na última quarta-feira, 21, a Fundação Getulio Vargas. A alta de setembro para a prévia de outubro foi puxada principalmente pelo índice da situação atual, que mede a confiança do empresário em relação ao presente e que subiu 5,9 pontos, chegando a 113,2 pontos. O Índice de Expectativas, que mede a percepção dos empresários sobre o futuro, cresceu 2,2 pontos e atingiu 108,1 pontos. No acumulado do ano – nos três trimestres –, a indústria da mineração faturou R$ 126 bilhões. O resultado de todo o ano de 2019 se situou em R$ 153 bilhões.

Quedas no PIB

Em linha com as principais estimativas do governo e do mercado para a recessão da economia brasileira em 2020, a CNI (Confederação Nacional da Indústria) manteve sua projeção para a queda do PIB (Produto Interno Bruto) neste ano para 4,2%. A previsão é igual à do último informe conjuntural da entidade, divulgado em maio. Apesar da recuperação no terceiro trimestre do ano, a CNI espera uma queda de 4,1% no PIB industrial em 2020. A indústria de transformação sofrerá mais, com um encolhimento de 6,3% no ano, enquanto a indústria da construção civil deve ter retração de 4,5%. Por outro lado, a projeção para indústria extrativa é de alta 2,1%.

Setor mineral brasileiro

O desempenho da indústria mineral brasileira, no terceiro trimestre do ano, apontou para diversos avanços em indicadores. Houve aumento em atração de novos investimentos, exportação, faturamento, recolhimento de royalties e tributos, redução das importações e geração de empregos. Os dados da indústria da mineração foram divulgados na última quarta-feira, 20, pelo Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), que reúne mineradoras responsáveis por mais de 85% da produção nacional. Segundo o informe, o saldo entre exportação e importação de minérios correspondeu a 45,5% do saldo comercial do Brasil no período.

Peste suína 

A Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) informou que 236 novos surtos de peste suína africana foram notificados no mundo entre os dias 2 e 15 de outubro, ante 313 casos verificados no levantamento anterior. O número total de surtos em andamento subiu de 7.429 para 7.522, sendo 3.976 somente na Romênia e 1.475 no Vietnã. Dos novos surtos, 193 foram notificados na Europa, 42 na Ásia e 1 na África. Os dados constam de levantamento quinzenal divulgado pela OIE. De acordo com a OIE, surtos novos ou em andamento foram registrados em 22 países.

Coluna publicada simultaneamente em 20 jornais e portais associados. Saiba mais em www.adipr.com.br.

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