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Ciência e Saúde

Três casos de sarampo continuam em investigação em Paranaguá

Sesa reforça que a única maneira de evitar o sarampo é tomar a vacina. Quem não lembra se foi vacinado deve ser imunizado (Foto: Divulgação)

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No Paraná, subiram para nove as confirmações da doença

Na quinta-feira, 12, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) divulgou o seu Informe Epidemiológico do sarampo em todo o Paraná. O balanço registrado abrange análise feita até o dia 10 de setembro de 2019 e aponta que os casos de sarampo no litoral do Estado se mantêm estáveis: assim como na última semana, estão sendo investigados três casos da doença em Paranaguá, com nenhuma notificação de sarampo nos outros sete municípios litorâneos.

De acordo com a Sesa, até o momento não foi confirmado nem descartado nenhum dos três casos de sarampo que estão sendo investigados em Paranaguá. Por enquanto, nenhum caso da doença foi confirmado no litoral, porém 51 casos de sarampo estão sendo investigados em Curitiba e Região Metropolitana que fazem divisa com a região, o que acende alerta em torno da doença.

VACINAÇÃO NO LITORAL

Com relação à cobertura da vacina tríplice viral, que possui como população-alvo crianças de 12 e 15 meses, a Sesa aponta que a cobertura vacinal para as duas faixas etárias alcançaram respectivamente 71,9% e 60,3%, índices que precisam aumentar para imunizar o público-alvo mais suscetível a casos graves e óbitos decorrentes do sarampo representado por 4.382 crianças.

Com relação à cobertura da vacina tríplice viral, que possui como população-alvo crianças de 12 e 15 meses, a Sesa aponta que a cobertura vacinal para as duas faixas etárias alcançaram respectivamente 71,9% e 60,3% (Foto: AEN)

Desde o dia 19 de agosto, na região litorânea foram aplicadas 198 doses em crianças de 6 a 11 meses, 755 em adultos de 20 a 29 anos, e 1.700 doses em pessoas de 30 a 49 anos, abrangendo todos os pacientes suscetíveis à vacinação.

PARANÁ

De acordo com o boletim da Sesa, subiram para nove os casos confirmados de sarampo no Paraná. "O monitoramento foi iniciado pela Divisão de Vigilância das Doenças Transmissíveis da secretaria no final de agosto, quando os primeiros casos da doença foram confirmados pelas análises laboratoriais. Os dois novos casos são de pessoas que residem em Curitiba – um homem de 33 anos e uma mulher de 19. Os dois estiveram recentemente em São Paulo", informa a assessoria.

"O Paraná soma 125 notificações da doença. Desse total, 18 casos já foram descartados e 98 estão em investigação, além dos nove confirmados. O levantamento inclui todas as ocorrências notificadas ao Estado até terça-feira, 10. Dos casos confirmados, oito têm como fonte provável de contaminação o Estado de São Paulo e um, Santa Catarina", explica a Sesa.

IMPORTÂNCIA DA VACINA

De acordo com o Estado, o Paraná segue vacinando contra o sarampo bebês com idade entre seis meses e menores de 12 meses, algo que segue orientação do Ministério da Saúde (MS). "Chamada de ‘dose zero’, a aplicação tem o objetivo de proteger esta faixa etária considerada vulnerável à infecção. De acordo com o Calendário Nacional de Vacinação, todos devem receber a dose da vacina tríplice viral aos 12 meses e também aos 15 meses. Pessoas com idade entre um e 29 anos precisam ter duas doses de vacina e, acima desta faixa, até 49 anos, é necessário ter uma dose", explica a assessoria.

A Sesa reforça que a única maneira de evitar o sarampo é tomar a vacina. "Além de imunizar contra a doença, a tríplice viral protege também contra a rubéola e a caxumba. As pessoas que tiverem alguma dúvida sobre a imunização adequada devem procurar uma unidade de saúde com a carteira de vacinação em mãos. Quem não tiver a carteira também pode ir até uma unidade", finaliza a assessoria.

BRASIL

O Brasil registrou 3.339 casos confirmados de sarampo em 16 Estados, nos últimos 90 dias, de acordo com o novo boletim epidemiológico do Ministério da Saúde. Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul passaram a integrar a lista de Estados com surto ativo da doença. O atual boletim aponta a notificação de 24.011 casos suspeitos, sendo que 17.713 (73,8%) estão em investigação e 2.957 (12,3%) foram descartados. Os casos confirmados, neste último levantamento, representam 89% do total de 2019. Não houve novos registros de óbitos.

 

*Com informações da AEN e Ministério da Saúde. 

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