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Cidadania

Projeto Yossef realiza cadastro de medula óssea no sábado

Coleta pode ser realizada das 8h às 12h, no Terminal Urbano de Ônibus

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No sábado, 30, o Projeto Yossef realiza no Terminal Urbano de Ônibus em Paranaguá, a terceira edição da campanha de cadastro de medula óssea intitulada “Doe Sangue, Doe Amor, seja um herói na vida real”. A população de todo o litoral está convidada pelo projeto para realizar o cadastro e poder salvar a vida de um paciente que aguarda pelo transplante de medula.

O Projeto Yossef surgiu a partir da iniciativa de professores da Escola Municipal Hugo Pereira Corrêa, os quais se mobilizaram após acompanhar a luta do aluno que dá nome à ação e que, infelizmente, faleceu vítima de leucemia. 

Os interessados devem comparecer ao Terminal, das 8h às 12h, portando algum documento com foto para que possam ser coletadas amostras para o REDOME (Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea). A ação no sábado acontece em parceria com o Hemepar. 

A medula óssea pode ser doada por alguém da própria família do paciente ou, quando não há compatibilidade, é preciso recorrer ao banco de medula. A chance de um doador ser compatível dentro da família é de 25%, já na doação não aparentada, as chances são de 1 em cada 100 mil pessoas, em média. Por isso, o cadastro se torna tão importante para salvar vidas.

REDOME

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o REDOME foi criado em 1993 para reunir informações de pessoas dispostas a doar medula óssea para quem precisa de transplante. Desde 1998, é coordenado pelo INCA, no Rio de Janeiro.

Com mais de quatro milhões de doadores cadastrados, o REDOME é o terceiro maior banco de doadores de medula óssea do mundo e pertence ao Ministério da Saúde, sendo o maior banco com financiamento exclusivamente público. Anualmente, são incluídos mais de 300 mil novos doadores no cadastro do REDOME. O registro americano conta com quase 7,9 milhões e o alemão, com cerca de 6,2 milhões. Ambos foram desenvolvidos e são mantidos com recursos primordialmente privados.
 

Foto: Divulgação

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